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Item COREP SP / CONGRESSO REGIONAL DA PSICOLOGIA CADERNO DE DELIBERAÇÕES(2022-04) Conselho Regional de Psicologia 6ª RegiãoO Congresso Regional de Psicologia (COREP) é uma das etapas que antecedem o Congresso Nacional da Psicologia (CNP), instância máxima de deliberação do Sistema Conselhos de Psicologia. No âmbito regional, os COREPs têm como objetivo definir as diretrizes e ações políticas que devem ser priorizadas no próximo triênio. Cada Conselho Regional de Psicologia (CRP), a partir da organização e mobilização das psicólogas do território, define, nos seus respectivos COREPs, as diretrizes mais importantes, que devem ser priorizadas pelas próximas gestões. Este Caderno de Deliberações contém as diretrizes para a próxima gestão do CRP SP, eleitas pelas delegadas que representaram as psicólogas do estado de São Paulo reunidas no 11º COREP. A organização desta 11ª edição se iniciou em julho de 2021, quando foi criada a Comissão Organizadora Nacional, a Comorg, composta por membras das 11 subsedes do estado de São Paulo. Antecederam a realização do COREP duas outras etapas: de eventos preparatórios (com o total de 48 eventos por todo o estado) e de pré-COREPs (com o total de 13, sendo um em cada subsede e dois estaduais), momentos estes quando foram elaboradas propostas pela categoria.Item Cristalização, patologização e criminalização da vida no sistema de Justiça: “Alienação Parental” e a atuação da/o psicóloga/o(2020) Conselho Regional de Psicologia 6ª RegiãoA Psicologia, enquanto ciência e profissão, constantemente interpela temas, conceitos e processos da e na sociedade, como decorrência lógica da constatação de que o fenômeno psicológico é multideterminado, atravessado por questões não pessoais, mas também sociais, políticas, econômicas e culturais, em contextos diversos, e frequentemente transpassado por relações de poder – se entendidas sob a perspectiva de movimentações que provocam ações no campo do Direito e nas relações entre indivíduo, sociedade e Estado. Considerando esse panorama, verifica-se que, sob o empuxo dos efeitos de uma sociedade que tem se revelado cada vez mais (re)produtora de litígios e que testemunha e se expõe ao crescente fenenômeno da judicialização dos conflitos interpessoais, de questões sociais, éticas e políticas, surgem e se intensificam os desafios e os dilemas para todos as/os psicólogas/os que atuam, direta ou indiretamente, no campo de atuação assim chamado “interface com a Justiça”.Item Cuidado em Liberdade(2022) Conselho Regional de Psicologia 6ª RegiãoO Caderno Temático Cuidado em Liberdade celebra a série de estreia do podcast do CRP SP, o Estação Psicologia. Com cinco episódios cheios de referências na Psicologia, orientações técnicas e conhecimento popular. Temas muitos valiosos para a profissão de psicólogas/os e para toda a sociedade. Trazemos aqui todo o conteúdo da série Cuidado em Liberdade, do nosso podcast, amplamente disponível nas plataformas digitais de música e no canal do CRP SP no YouTube, com acessibilidade. Com textos introdutórios para cada episódio, escritos por colaboradoras/es do CRP SP que acumulam luta e conhecimento sobre os temas trabalhados, as apresentadoras conversam com profissionais de Psicologia e militantes das lutas antimanicomial e antiproibicionista, trazendo os temas: Invisibilidade da população em situação de rua; Pandemia, sofrimento psíquico e suicídio; Além da RAPS: Por um cuidado Antimanicomial da Saúde Mental; Redução de Danos e Estratégias de Cuidado; Arthur Bispo do Rosário.Item DIREITOS HUMANOS E PROTEÇÃO INTEGRAL DAS PESSOAS AFETADAS POR DESASTRES SOCIOAMBIENTAIS(2019-08) Conselho Regional de Psicologia 6ª RegiãoO Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, por meio de seu Núcleo de Psicologia em Emergências e Desastres e Comissão de Direitos Humanos, juntamente com a Defensoria Pública do Estado de São Paulo, pelo seu Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos, apresentam esta cartilha, que é voltada à pessoas afetadas por emergências e desastres socioambientaisItem Dislexia: Subsídios para Políticas Públicas / CADERNOS TEMÁTICOS CRP SP(2010) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoApresentação A Dislexia tem sido introduzida no meio educacional como justificativa da dificuldade que certas crianças apresentam no processo de aprendizagem de leitura e escrita. Em decorrência disso, tem fomentado uma série de práticas, nos campos da Saúde e da Educação, de acompanhamento e de atendimento à infância e à adolescência. Assim, tornou-se comum a escola orientar pais e responsáveis por alunos que apresentam dificuldades em seu processo de escolarização a procurar meios para diagnóstico e tratamento de supostos distúrbios de aprendizagem, entre eles, a dislexia. Os legisladores, sensíveis às demandas sociais, passaram, então, a propor leis pra garantir a identificação precoce da Dislexia na rede pública e o encaminhamento das crianças ao sistema de Saúde. Pouco se conhece, entretanto, sobre os questionamentos a essas formas de conceber e intervir sobre as dificuldades de escolarização, que nos últimos vinte anos foram formulados em diversas áreas de conhecimento, tais como Medicina, Psiquiatria, Psicologia, Educação e Lingüística. Os que buscam a construção de políticas públicas que de fato respondam às finalidades de uma escola democrática e de qualidade não podem ignorar esses questionamentos. Com o objetivo de levar ao conhecimento do legislativo municipal e estadual paulista a polêmica que envolve o diagnóstico e o tratamento dos denominados transtornos ou distúrbios de aprendizagem, foi realizado, no dia 21 de setembro de 2009, na Câmara Municipal de São Paulo, o Seminário Dislexia: Subsídios para Políticas Públicas. O debate foi estendido também aos profissionais das áreas de Educação, Saúde e Assistência Social e à população em geral. O encontro foi uma iniciativa da Câmara Municipal de São Paulo, do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, do Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo e do Grupo Interinstitucional Queixa Escolar, com apoio das Secretarias Municipais de Saúde e de Educação. Comissão Organizadora do Seminário “Dislexia: Subsídios para Políticas Públicas”Item Documento de Orientação CRP 06: A atuação profissional das psicólogas, psicólogues e psicólogos no atendimento à população bissexual(2021) Conselho Regional de Psicologia 6ª RegiãoEste documento surge de uma demanda da comunidade bissexual a partir de uma nota técnica reivindicando posicionamento sobre práticas antibifóbicas na Psicologia. Com o objetivo de atender ao nosso compromisso ético-político, conforme já vínhamos realizando em eventos e produções do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo sobre gêneros e sexualidades, esperamos contribuir para um atendimento adequado e humanizado à população bissexual e outras pessoas com atração por mais de um gênero.Item DOCUMENTO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS PARA A ATUAÇÃO DE PSICÓLOGAS (OS) EM POLÍTICAS PÚBLICAS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS(2013) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoAPRESENTAÇÃO O Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria e à sociedade em geral o documento de Referências Técnicas para a Prática de Psicólogas (os) em Políticas Públicas de Álcool e Outras Drogas, produzido a partir da metodologia do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop). Este documento busca construir referências para a atuação da Psicologia na área. As referências construídas possibilitam a elaboração de parâmetros compartilhados e legitimados pela participação crítica e reflexiva de psicólogas (os). Elas refletem o processo de diálogo que os Conselhos vem construindo com a categoria, no sentido de se confirmar como instância reguladora do exercício profissional. Por meios cada vez mais democráticos, esse diálogo tem se pautado por uma política de reconhecimento mútuo entre os profissionais da Psicologia, assim como pela construção coletiva de uma plataforma profissional que seja também ética e política. A opção pela abordagem deste tema reflete o compromisso dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia com a qualificação da atuação das (os) psicólogas (os) em todos os seus espaços de atuação. ALUÍZIO LOPES DE BRITO Presidente do Conselho Federal de PsicologiaItem Drogas e Cidadania: em debate(2012-08) Conselho Federal de PsicologiaDrogas e cidadania: em debate, traz textos de parceiros primorosos que cederam seus trabalhos no intuito de somar ideias, reflexões, experiências, lutas e contribuir para o debate e ampliação da democracia nas relações. Chamam atenção, para a questão das drogas na sociedade do ponto de vista dos direitos humanos e cidadania. A cada um deles nosso profundo respeito, consideração e agradecimentos pela parceria ora realizada. “Na publicação, os seguintes textos: “ANORMAIS DO DESEJO: OS NOVOS NÃO HUMANOS? OS SINAIS QUE VÊM DA VIDA COTIDIANA E DA RUA”, “A PRODUÇÃO SOCIAL DO USUÁRIO DE CRACK: DESCONSTRUINDO O MONSTRO”, “DESMISTIFICAÇÃO DA EXISTÊNCIA DE EPIDEMIA DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E MEDIDAS HIGIENISTAS”, “A EFICÁCIA INVERTIDA DA INTERNAÇÃO INVOLUNTÁRIA”, “ELIMINAÇÃO VERSUS REDUÇÃO”, “POLÍTICA DE ATENÇÃO E PREVENÇÃO ÀS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE USO ABUSIVO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS NO MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP” (Continua na versão digital)Item DROGAS, DIREITOS HUMANOS E LAÇO SOCIAL(2013-05) Conselho Federal de PsicologiaPublicação do Conselho Federal de Psicologia sobre a relação de Drogas, Direitos Humanos e Laço Social.Item Estatuto da Criança e do Adolescente: refletindo sobre sujeitos, direitos e responsabilidades(2016) Conselho Federal de PsicologiaPalavras do CFP A violência contra a criança e o adolescente sempre esteve presente na sociedade e em diferentes classes sociais. No Brasil, um avanço importante para reconhecer crianças e adolescentes como cidadãos com direitos e deveres foi a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), criado pela Lei 8.069, e que em julho de 2015 completou 25 anos. Crianças e adolescentes que crescem hoje no Brasil fazem parte da primeira geração nascida após a chamada revolução de prioridades. A Assembleia Geral da ONU adotou em 1989 a Convenção sobre os Direitos da Criança que foi ratificada no ano seguinte pelo País. No Brasil, a Constituição (1988) antecipou esse movimento internacional e garantiu, em seu artigo 227, a infância e a adolescência como prioridade absoluta. Em 1990, o país inovou mais uma vez com a tradução desses princípios em uma legislação mais completa e detalhada, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).(Continua no conteúdo digital)Item GUIA PRÁTICO SOBRE ACESSIBILIDADE para PROFISSIONAIS DE PSICOLOGIA(2022) Conselho Regional de Psicologia 6ª RegiãoA cartilha objetiva uma tomada de consciência por parte de profissionais de Psicologia que trabalham ou irão trabalhar com a pessoa com deficiência(s), propondo um atendimento de qualidade técnica e ética. Este é o início de uma reparação histórica, considerando o percurso da Psicologia em conivência com processos de exclusão, de extermínio, de paternalismo, de assistencialismo e da normatividade, para citar alguns exemplos, da ausência de um pensamento crítico e sócio-histórico das últimas décadas.Item I Mostra Nacional de Práticas Profissionais na Rede de Atenção Psicossocial -(RAPS(2025) CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIAA I Mostra Nacional de Práticas Profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), “A Psicologia na luta pelo cuidado em liberdade: ontem, hoje, sempre”, integra um percurso histórico de resistência, construção e reinvenção do cuidado em saúde mental no Brasil. Sua realização é fruto direto da campanha lançada pelo Conselho Federal de Psicologia, em 2024, que propôs fortalecer e visibilizar práticas alinhadas à reforma psiquiátrica e à luta antimanicomial, diante de um contexto de desafios e ataques às políticas públicas no campo da saúde mental e dos direitos humanos. A Mostra integra uma campanha nacional que, por meio do Centro de Referências Técnicas em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP), conduziu um extenso levantamento junto a profissionais da Psicologia. O objetivo foi identificar os desafios e as potencialidades do cuidado em liberdade, tanto nos serviços da RAPS quanto na rede intersetorialItem I MOSTRA VIRTUAL DE PRÁTICAS DA PSICOLOGIA(2020) Conselho Regional de Psicologia 6ª RegiãoO Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, atento à qualidade do exercício profissional desenvolvido pelas psicólogas durante a pandemia, deparou-se com a necessidade de orientar de modo qualificado as especificidades que este contexto adverso impôs para a prática profissional. As mudanças impostas pelas medidas de contenção da proliferação da covid-19 exigiram transformações nas práticas profissionais, impactando sobremaneira os formatos, as técnicas e os métodos de trabalho das psicólogas. Por ser um cenário completamente novo, o plenário do CRP SP considerou importante avaliar as dificuldades e transformações que a prática psicológica sofreu durante este período pandêmico, de modo que fosse possível conhecer o surgimento de novas modalidades de atuação e adaptações das práticas já existentes. Diante desta nova diversidade de práticas, a I Mostra Virtual de Práticas da Psicologia na pandemia de covid-19 apresentou-se como um importante recurso de compartilhamento e divulgação das novas modalidades de atuação.Item II PRÊMIO Jonathas Salathiel de Psicologia e Relações Raciais(2022) Conselho Regional de Psicologia 6ª RegiãoContinuidade, resistência, construção cotidiana. Essas palavras caracterizam tanto a organização do II Prêmio Jonathas Salathiel de Psicologia e Relações Raciais como também a atuação do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) em 2021. Ao promover um espaço de reconhecimento, debate e acolhida, a instituição também busca combater o racismo estrutural que ainda se faz tão presente nas diferentes esferas da sociedade. O primeiro agradecimento é direcionado a Jonathas José Salathiel da Silva. O homenageado deste prêmio destacou-se por ter sido um psicólogo, colaborador e conselheiro do CRP SP dedicado à luta contra a discriminação racial e aos estudos sobre os efeitos do racismo na saúde mental da população negra. Falecido em 2015, foi idealizador do caderno temático n.º 14 “Contra o genocídio da população negra: subsídios técnicos e teóricos para a Psicologia”, implementou oficinas internas sobre racismo institucional e mostrou a centralidade da questão racial para a construção de uma sociedade melhor.Item III Seminário Nacional de Psicologia e Políticas Públicas - Identidade Profissional e Políticas Públicas: o Diálogo Corporativo com o Estado.(2005-05-25) Conselho Federal de PsicologiaAs políticas públicas têm entrado em nossas tarefas como um aspecto dos mais importantes da nossa ação. Entendemos que o fortalecimento da presença da Psicologia nesse lugar e a capacitação cada vez maior dos psicólogos para poder contribuir com a construção, o controle e o desenvolvimento das políticas públicas são elementos essenciais para o desenvolvimento futuro da Psicologia na sociedade brasileira, futuro esse que significará, por um lado, emprego e possibilidade de termos os psicólogos trabalhando após cinco anos de dedicação aos estudos. Ana Mercês Bahia Bock - Conselheira Presidente do Conselho Federal de Psicologia, Marcus Vinícius de Oliveira, Maria Otacília Bastitelli, Marcus Vinícius de Oliveira, Nelson Saule Júnior, Ranieri Muricy Barreto, Lucia Mercês de Avelar e Paulo Calmon. (Continua na versão digital).Item Manual da Psicologia e Direitos Humanos: A Psicologia é para todo mundo e se faz com Direitos Humanos(2022) Conselho Regional de Psicologia 6ª RegiãoA segunda edição deste manual vem da necessidade de atualização dos materiais de referência para que as/os profissionais de Psicologia tenham acesso integrado para o exercício profissional em interface com os Direitos Humanos. A atuação das/os psicólogas/os com base em um compromisso social está além de oferecer escuta e cuidado ao adoecimento, mas também em uma perspectiva que amplia o conceito de saúde e que se entende como condição integral, envolvendo qualidade de vida e garantia dos direitos sociais.Item Políticas de Saúde Mental e juventude nas fronteiras psi-jurídicas / CADERNOS TEMÁTICOS CRP SP(2011) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoEste é o 12º Caderno da série. O seu tema é Políticas de Saúde Mental e Juventude nas Fronteiras Psi-jurídicas. A este, seguir-se-ão outros debates que trarão, para o espaço coletivo de reflexão, crítica e proposição que o CRP SP se dispõe a representar, temas relevantes para a Psicologia e para a sociedade. (Continua na versão digital)Item Prêmio Profissional Democracia e Cidadania Plena das Mulheres(2012-04) Conselho Federal de PsicologiaO prêmio, cujos resultados trazemos nessa publicação, é parte de uma campanha Psicologia: profissão de muitas e diferentes mulheres realizada ao longo de 2011. Foram recebidas 42 inscrições, entre trabalhos individuais e em grupo. A comissão julgadora, composta por Marisa Sanabria, Severina Santana, Guacira Cesar de Oliveira e Yvone Duarte, e presidida por Clara Goldman, selecionou três para recebimento da premiação em dinheiro e seis trabalhos para recebimento de menções honrosas. selecionou três para recebimento da premiação em dinheiro e seis trabalhos para recebimento de menções honrosas. A comissão julgadora avaliou que o prêmio foi importante por trazer à tona uma quantidade importante de experiências relevantes. Também foi positiva a quantidade de trabalhos recebidos, acima da média dos prêmios anteriores.Item Primeiro Prêmio Jonathas Salathiel de Psicologia e Relações Raciais(Conselho Regional de Psicologia de São Paulo. - São Paulo: CRP SP, 2019., 2019-07-23) Conselho Regional de Psicologia 6ª RegiãoO Núcleo de Psicologia e Relações Raciais do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) reúne e apresenta nesta publicação os trabalhos selecionados no “Prêmio Jonathas Salathiel de Psicologia e Relações Raciais” realizado em 2018. O Prêmio Jonathas Salathiel de Psicologia e Relações Raciais foi criado com a finalidade de estimular a produção de artigos da área de Psicologia, assim como criações artísticas das mais diversas linguagens – fotografia, imagens, poesias, músicas e outras – a respeito da violência causada pelo racismo e dar visibilidade para produção em saúde mental e relações raciais.Item psicologia e educação: contribuições para a atuação profissional / CADERNOS TEMÁTICOS CRP SP(2008) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoAo fazermos uma retrospectiva histórica, verificamos que a Psicologia nasce no Brasil no interior da Educação. As primeiras escolas normais tiveram a Psicologia em seus currículos e receberam os primeiros laboratórios de Psicologia no Brasil. Com a instituição da profissão de psicólogos, em 1962, a concepção de profissão se amplia para outros âmbitos e por motivos históricos, políticos e sociais, os currículos de psicologia centram-se, a partir da década de 1960, na perspectiva clínica, cujo modelo passa a ser o de atendimento individual, com base na Psicometria, no Psicodiagnóstico e nas Psicoterapias. Só mais recentemente é que tais modelos passam a ser questionados e são retomadas outras formas de pensar a ciência psicológica e a profissão de psicólogos, articuladas à necessidade de compreendermos a profissão no interior de políticas públicas, que de fato respondam à democratização do estado brasileiro, à diminuição da desigualdade social e à ampliação da participação da população nos rumos sociais e políticos do país.( Continua na versão digital)
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