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Item Série: Gente da Terra - Seminário: Subjetividade e a Questão da Terra(2004-08) Conselho Federal de PsicologiaOs seminários aqui relatados, que tiveram como temas “Subjetividade e a Questão da Terra” e “Subjetividade e os Povos Indígenas”, foram iniciativas do Conselho Federal de Psicologia (CFP), em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e com o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), respectivamente. Ambos eventos fizeram parte de um projeto do CFP denominado Série “Gente da Terra”, cuja idealização remonta ao IV Congresso Nacional de Psicologia (IV CNP), realizado em Brasília (DF), em 2001. O objetivo do projeto como um todo - e de cada seminário em particular- foi o de aproximar o Sistema Conselhos de Psicologia, a Psicologia brasileira e os psicólogos e psicólogas de nosso país, da vida, das demandas e das propostas dos trabalhadores do campo e dos povos indígenas, num processo de escuta, diálogo e construção conjunta. Tais esforços foram bem sucedidos, como se pode perceber nos relatos aqui publicados, ricos em depoimentos de trabalhadores e trabalhadoras do campo e de representantes indígenas; ricos também de interrogações e de observações dos psicólogos e psicólogas presentes.(Continua na versão digital)Item III Seminário Nacional de Psicologia e Políticas Públicas - Identidade Profissional e Políticas Públicas: o Diálogo Corporativo com o Estado.(2005-05-25) Conselho Federal de PsicologiaAs políticas públicas têm entrado em nossas tarefas como um aspecto dos mais importantes da nossa ação. Entendemos que o fortalecimento da presença da Psicologia nesse lugar e a capacitação cada vez maior dos psicólogos para poder contribuir com a construção, o controle e o desenvolvimento das políticas públicas são elementos essenciais para o desenvolvimento futuro da Psicologia na sociedade brasileira, futuro esse que significará, por um lado, emprego e possibilidade de termos os psicólogos trabalhando após cinco anos de dedicação aos estudos. Ana Mercês Bahia Bock - Conselheira Presidente do Conselho Federal de Psicologia, Marcus Vinícius de Oliveira, Maria Otacília Bastitelli, Marcus Vinícius de Oliveira, Nelson Saule Júnior, Ranieri Muricy Barreto, Lucia Mercês de Avelar e Paulo Calmon. (Continua na versão digital).Item Seminário Nacional A Questão da Terra: Desafios para a Psicologia(2006-07-20) Conselho Federal de PsicologiaO Conselho Federal de Psicologia, aqui representado por mim, pelo Odair Furtado e pelo Marcus Vinícius, organizador deste evento, tem o orgulho de abrir este Seminário Nacional A Questão da Terra, Desafios para a Psicologia. A palavra certa é orgulho, pois realizar este Seminário significou muito para a Psicologia, significou que a Psicologia mudou, significou que a Psicologia rompeu com a sua tradição elitista e hoje se coloca no campo das ciências e das profissões que buscam estar aliadas às necessidades e urgências da sociedade brasileira, na luta por melhores condições de vida para todos. A terra é um dos aspectos mais importantes de nossas vidas e tem-se constituído, ao longo da história da humanidade, em um elemento sempre presente e de grande importância na construção dos sentimentos de pertencimento e, portanto, da identidade de todos nós.(Continua na versão digital)Item psicologia e educação: contribuições para a atuação profissional / CADERNOS TEMÁTICOS CRP SP(2008) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoAo fazermos uma retrospectiva histórica, verificamos que a Psicologia nasce no Brasil no interior da Educação. As primeiras escolas normais tiveram a Psicologia em seus currículos e receberam os primeiros laboratórios de Psicologia no Brasil. Com a instituição da profissão de psicólogos, em 1962, a concepção de profissão se amplia para outros âmbitos e por motivos históricos, políticos e sociais, os currículos de psicologia centram-se, a partir da década de 1960, na perspectiva clínica, cujo modelo passa a ser o de atendimento individual, com base na Psicometria, no Psicodiagnóstico e nas Psicoterapias. Só mais recentemente é que tais modelos passam a ser questionados e são retomadas outras formas de pensar a ciência psicológica e a profissão de psicólogos, articuladas à necessidade de compreendermos a profissão no interior de políticas públicas, que de fato respondam à democratização do estado brasileiro, à diminuição da desigualdade social e à ampliação da participação da população nos rumos sociais e políticos do país.( Continua na versão digital)Item Saúde do Trabalhador no âmbito da Saúde Pública: referências para a atuação do(a) psicólogo(a)(2008-06) Conselho Federal de PsicologiaIntrodução Este documento, que tem por objetivo oferecer referências para a atuação do psicólogo na área da Saúde do Trabalhador – no âmbito da Saúde Pública – é fruto de um trabalho coletivo que partiu de uma demanda da categoria, foi reconhecida pelo CFP e respondida por meio do CREPOP. A resposta a essa demanda iniciou-se com a identificação de um grupo de reconhecida experiência na área de Saúde do Trabalhador e no desenvolvimento de pesquisas acadêmicas nesse campo. Esse grupo, principal responsável pela redação do texto, manteve contato com outros profissionais e estudiosos, acolhendo avaliações e sugestões. Uma versão preliminar foi disponibilizada para a categoria em consulta pública, incorporando novos olhares e questionamentos. O resultado desse processo está no texto apresentado a seguir. Nele são incluídos os principais aspectos que configuram a área de Saúde do Trabalhador e que fornecem uma base para se considerar a inserção do psicólogo nesse campo. Parte-se do pressuposto de que as especificidades da relação trabalho e saúde remetem a um pensar e fazer diferenciados, pois envolvem aspectos da organização, processo e condições de trabalho, a compreensão da vivência subjetiva no trabalho e as repercussões para a saúde mental dos trabalhadores. Desse modo, o texto é organizado em quatro seções. A primeira inclui uma breve exposição de conceitos, marcos teóricos, aspectos históricos e legais que conformam o campo de reflexões e práticas da Saúde do Trabalhador(Continua no conteúdo digital)Item REFERÊNCIAS TÉCNICAS PARA A PRÁTICA DO(A) PSICÓLOGO(A) NOS PROGRAMAS DE DST E AIDS(2008-12) Conselho Federal de PsicologiaO Conselho Federal de Psicologia tem a satisfação de apresentar à categoria, e à sociedade em geral, mais um documento de referências técnicas para atuação do psicólogo em políticas públicas, produzido por meio do CREPOP, o documento Referências para a atuação do(a) psicólogo(a) em serviços de DST/AIDS. A publicação deste documento, que aborda um campo de problemática importante para nossa sociedade, marca a contínua busca de consolidação com mais um passo para a recente aproximação da Psicologia com o campo das políticas públicas, numa perspectiva de garantia dos direitos humanos e de fortalecimento da cidadania por meio do controle social e de um Estado responsável, do qual participam os vários segmentos da sociedade organizada, como os profissionais da Psicologia.(Continua na versão digital)Item Serviço de Proteção Social a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, Abuso e Exploração Sexual e suas Famílias: referências para a atuação do psicólogo(2009-08) Conselho Federal de PsicologiaConselho Federal de Psicologia (CFP) tem a satisfação de oferecer à categoria e à sociedade em geral mais um documento de referências técnicas para atuação do psicólogo em políticas públicas, produzido com a metodologia do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP). Eis aqui o documento de referências para atuação no Serviço de Proteção Social a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, Abuso e Exploração Sexual e suas Famílias: referências para a atuação do psicólogo apresentado pelo Sistema Conselhos aos psicólogos como referência sólida e cuidadosa para fortalecer as discussões e as experiências práticas da Psicologia brasileira no âmbito dessa complexa temática, garantindo princípios éticos e políticos norteadores, sem estabelecer definições rígidas para o trabalho nesse campo, mas possibilitando a elaboração de parâmetros compartilhados e legitimados pela participação crítica e reflexiva. A publicação deste documento, que lida com tão delicada e complexa questão de nossa sociedade, marca mais um passo no movimento de aproximação da Psicologia com o campo das políticas públicas, em uma perspectiva de garantia dos direitos humanos, de fortalecimento da cidadania por meio do controle social e de um Estado responsável. (Continua na versão digital)Item Dislexia: Subsídios para Políticas Públicas / CADERNOS TEMÁTICOS CRP SP(2010) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoApresentação A Dislexia tem sido introduzida no meio educacional como justificativa da dificuldade que certas crianças apresentam no processo de aprendizagem de leitura e escrita. Em decorrência disso, tem fomentado uma série de práticas, nos campos da Saúde e da Educação, de acompanhamento e de atendimento à infância e à adolescência. Assim, tornou-se comum a escola orientar pais e responsáveis por alunos que apresentam dificuldades em seu processo de escolarização a procurar meios para diagnóstico e tratamento de supostos distúrbios de aprendizagem, entre eles, a dislexia. Os legisladores, sensíveis às demandas sociais, passaram, então, a propor leis pra garantir a identificação precoce da Dislexia na rede pública e o encaminhamento das crianças ao sistema de Saúde. Pouco se conhece, entretanto, sobre os questionamentos a essas formas de conceber e intervir sobre as dificuldades de escolarização, que nos últimos vinte anos foram formulados em diversas áreas de conhecimento, tais como Medicina, Psiquiatria, Psicologia, Educação e Lingüística. Os que buscam a construção de políticas públicas que de fato respondam às finalidades de uma escola democrática e de qualidade não podem ignorar esses questionamentos. Com o objetivo de levar ao conhecimento do legislativo municipal e estadual paulista a polêmica que envolve o diagnóstico e o tratamento dos denominados transtornos ou distúrbios de aprendizagem, foi realizado, no dia 21 de setembro de 2009, na Câmara Municipal de São Paulo, o Seminário Dislexia: Subsídios para Políticas Públicas. O debate foi estendido também aos profissionais das áreas de Educação, Saúde e Assistência Social e à população em geral. O encontro foi uma iniciativa da Câmara Municipal de São Paulo, do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, do Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo e do Grupo Interinstitucional Queixa Escolar, com apoio das Secretarias Municipais de Saúde e de Educação. Comissão Organizadora do Seminário “Dislexia: Subsídios para Políticas Públicas”Item Psicologia e mobilidade: o espaço público como direito de todos(2010) Conselho Federal de PsicologiaComo uma das expressões do compromisso social da Psicologia, registramos neste documento as apresentações realizadas no Seminário nacional psicologia e mobilidade: o espaço público como direito de todos, ocorrido nos dias 23, 24 e 25 de outubro de 2009 na cidade de São Paulo, evento que contou com o apoio do Conselho Regional de Psicologia 6ª região, São Paulo. O direito de ir e vir é, para nós, inalienável a qualquer cidadão que vive em um Estado Democrático de Direito, desse modo, na lógica dos direitos humanos, abrimos o seminário discutindo o tema Liberdades individuais e espaço público, problematizando os limites e as possibilidades que vivenciamos e a liberdade de transitar nos espaços públicos.(Continua na versão digital).Item Subjetividade do Consumo de álcool e outras drogas e as políticas públicas brasileiras.(2010-04) Conselho Federal de Psicologiacontemporaneidade sem dúvida nos desafia a entender os complexos cenários do desenvolvimento tecnológico, dos modelos econômicos, das relações de poder e das formas que a sociedade empreende para garantir direitos e sobrevivência. Parece-nos, então, que o grande desafio é fazer com que tecnologia e desenvolvimento humano, ciência e qualidade de vida possam caminhar sempre juntos e a serviço de um projeto igualitário de sociedade. É nesse contexto que a questão do uso das drogas, lícitas e ilícitas, vem ganhando espaço, potencializando discussões e ocupando o Estado, que ainda não definiu com clareza, ao lado da sociedade, os rumos deste enfrentamento. À Psicologia cabe fomentar o posicionamento crítico sobre este tema para dentro e para fora da profissão, focando três eixos fundamentais: os modelos de assistência , os direitos dos usuários, as redes de interesses envolvidas no uso e consumo de drogas.(Continua na versão digital)Item Referências técnicas para atuação do psicólogo em Varas de Família(2010-12) Conselho Federal de PsicologiaApresentação O Conselho Federal de Psicologia (CFP) oferece à categoria e à sociedade em geral o documento de referências para atuação do psicólogo em Vara de Família. Produzido com a metodologia do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop), este documento busca construir referência sólida para a atuação da Psicologia na área. As referências construídas têm como base os princípios éticos e políticos norteadores do trabalho dos psicólogos, possibilitando a elaboração de parâmetros compartilhados e legitimados pela participação crítica e reflexiva da categoria. Este documento foi redigido por uma comissão de especialistas, a convite do CFP, em diálogo com o resultado da pesquisa realizada nacionalmente, por meio de questionário on-line e de reuniões presenciais conduzidas por técnicos do CREPOP nas unidades locais dos Conselhos Regionais de Psicologia. Uma versão preliminar foi disponibilizada para avaliação da categoria por meio de uma consulta pública, que possibilitou a contribuição de psicólogos que trabalham há certo tempo com esse tema, em vários municípios do Brasil. Desse modo, a comissão de especialistas convidados pôde ouvir a experiência de quem está na ponta do atendimento e em outras instâncias dos serviços do sistema de Justiça, proporcionando mais efetividade e atualidade aos conteúdos apresentados.(Continua no conteúdo digital)Item Políticas de Saúde Mental e juventude nas fronteiras psi-jurídicas / CADERNOS TEMÁTICOS CRP SP(2011) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoEste é o 12º Caderno da série. O seu tema é Políticas de Saúde Mental e Juventude nas Fronteiras Psi-jurídicas. A este, seguir-se-ão outros debates que trarão, para o espaço coletivo de reflexão, crítica e proposição que o CRP SP se dispõe a representar, temas relevantes para a Psicologia e para a sociedade. (Continua na versão digital)Item Prêmio Profissional Democracia e Cidadania Plena das Mulheres(2012-04) Conselho Federal de PsicologiaO prêmio, cujos resultados trazemos nessa publicação, é parte de uma campanha Psicologia: profissão de muitas e diferentes mulheres realizada ao longo de 2011. Foram recebidas 42 inscrições, entre trabalhos individuais e em grupo. A comissão julgadora, composta por Marisa Sanabria, Severina Santana, Guacira Cesar de Oliveira e Yvone Duarte, e presidida por Clara Goldman, selecionou três para recebimento da premiação em dinheiro e seis trabalhos para recebimento de menções honrosas. selecionou três para recebimento da premiação em dinheiro e seis trabalhos para recebimento de menções honrosas. A comissão julgadora avaliou que o prêmio foi importante por trazer à tona uma quantidade importante de experiências relevantes. Também foi positiva a quantidade de trabalhos recebidos, acima da média dos prêmios anteriores.Item Drogas e Cidadania: em debate(2012-08) Conselho Federal de PsicologiaDrogas e cidadania: em debate, traz textos de parceiros primorosos que cederam seus trabalhos no intuito de somar ideias, reflexões, experiências, lutas e contribuir para o debate e ampliação da democracia nas relações. Chamam atenção, para a questão das drogas na sociedade do ponto de vista dos direitos humanos e cidadania. A cada um deles nosso profundo respeito, consideração e agradecimentos pela parceria ora realizada. “Na publicação, os seguintes textos: “ANORMAIS DO DESEJO: OS NOVOS NÃO HUMANOS? OS SINAIS QUE VÊM DA VIDA COTIDIANA E DA RUA”, “A PRODUÇÃO SOCIAL DO USUÁRIO DE CRACK: DESCONSTRUINDO O MONSTRO”, “DESMISTIFICAÇÃO DA EXISTÊNCIA DE EPIDEMIA DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E MEDIDAS HIGIENISTAS”, “A EFICÁCIA INVERTIDA DA INTERNAÇÃO INVOLUNTÁRIA”, “ELIMINAÇÃO VERSUS REDUÇÃO”, “POLÍTICA DE ATENÇÃO E PREVENÇÃO ÀS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE USO ABUSIVO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS NO MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP” (Continua na versão digital)Item REFERÊNCIAS TÉCNICAS PARA ATUAÇÃO DAS (OS) PSICÓLOGAS (OS) NO SISTEMA PRISIONAL(2012-11) Conselho Federal de PsicologiaAPRESENTAÇÃO O Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria e à sociedade em geral o documento de Referências Técnicas para Atuação das(os) Psicólogas(os) no Sistema Prisional produzido a partir da metodologia do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop), este documento busca construir referência sólida para a atuação da Psicologia na área. As referências construídas têm como base os princípios éticos e políticos norteadores do trabalho das(os) psicólogas(os), possibilitando a elaboração de parâmetros compartilhados e legitimados pela participação crítica e reflexiva da categoria. As referências refletem o processo de diálogo que os Conselhos vêm construindo com a categoria, no sentido de se legitimar como instância reguladora do exercício profissional. Por meios cada vez mais democráticos, esse diálogo tem se pautado por uma política de reconhecimento mútuo entre os profissionais e pela construção coletiva de uma plataforma profissional que seja também ética e política. Esta publicação marca mais um passo no movimento de aproximação da Psicologia com o campo das Políticas Públicas. Aborda cenário delicado e multifacetado de nossa sociedade, no contexto do Sistema Prisional, levando em consideração a defesa dos direitos humanos. A opção pela abordagem deste tema reflete o compromisso dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia com a qualificação da atuação das(os) psicólogas(os) em todos os seus espaços de atuação priorizando a defesa dos direitos humanos. HUMBERTO VERONA Presidente do Conselho Federal de PsicologiaItem DOCUMENTO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS PARA A ATUAÇÃO DE PSICÓLOGAS (OS) EM POLÍTICAS PÚBLICAS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS(2013) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoAPRESENTAÇÃO O Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria e à sociedade em geral o documento de Referências Técnicas para a Prática de Psicólogas (os) em Políticas Públicas de Álcool e Outras Drogas, produzido a partir da metodologia do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop). Este documento busca construir referências para a atuação da Psicologia na área. As referências construídas possibilitam a elaboração de parâmetros compartilhados e legitimados pela participação crítica e reflexiva de psicólogas (os). Elas refletem o processo de diálogo que os Conselhos vem construindo com a categoria, no sentido de se confirmar como instância reguladora do exercício profissional. Por meios cada vez mais democráticos, esse diálogo tem se pautado por uma política de reconhecimento mútuo entre os profissionais da Psicologia, assim como pela construção coletiva de uma plataforma profissional que seja também ética e política. A opção pela abordagem deste tema reflete o compromisso dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia com a qualificação da atuação das (os) psicólogas (os) em todos os seus espaços de atuação. ALUÍZIO LOPES DE BRITO Presidente do Conselho Federal de PsicologiaItem Referências técnicas para atuação de psicólogas (os) em Programas de Atenção à Mulher em situação de Violência(2013-02) Conselho Federal de PsicologiaO Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria e à sociedade em geral o documento de Referências Técnicas para a Prática de Psicólogas(os) em Programas de atenção à mulher em situação de Violência, produzido a partir da metodologia do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP), este documento busca construir referência sólida para a atuação da Psicologia na área. As referências construídas têm como base os princípios éticos e políticos norteadores do trabalho das(os) psicólogas(os), possibilitando a elaboração de parâmetros compartilhados e legitimados pela participação crítica e reflexiva da categoria em programas de atendimento à mulheres. As referências refletem o processo de diálogo que os Conselhos vêm construindo com a categoria, no sentido de se legitimar como instância reguladora do exercício profissional. Por meios cada vez mais democráticos, esse diálogo tem se pautado por uma política de reconhecimento mútuo entre os profissionais e pela construção coletiva de uma plataforma profissional que seja também ética e política, em compromisso com às questões de gênero. Esta publicação marca mais um passo no movimento recente de aproximação da Psicologia com o campo das Políticas Públicas para as mulheres. Aborda cenário delicado e multifacetado de nossa sociedade, no contexto da defesa e dos direitos da mulher e no combate às diversas violências. (Continua na versão digital)Item Referências Técnicas para a Prática de Psicólogas (os) no Centro de Referência Especializado da Assistência Social - CREAS(2013-02) Conselho Federal de PsicologiaO Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria e à sociedade em geral o documento de Referências Técnicas para a Prática de Psicólogas(os) no Centro de Referência Especializado da Assistência Social – CREAS, produzido a partir da metodologia do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP), este documento busca construir referência sólida para a atuação da Psicologia na área. As referências construídas têm como base os princípios éticos e políticos norteadores do trabalho das(os) psicólogas(os), possibilitando a elaboração de parâmetros compartilhados e legitimados pela participação crítica e reflexiva da categoria.Item DROGAS, DIREITOS HUMANOS E LAÇO SOCIAL(2013-05) Conselho Federal de PsicologiaPublicação do Conselho Federal de Psicologia sobre a relação de Drogas, Direitos Humanos e Laço Social.Item Referências Técnicas para a Atuação de Psicólogas(os) no CAPS - Centro de Atenção Psicossocial(2013-07) Conselho Federal de PsicologiaO Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria e à sociedade em geral o documento de Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) nos Centros de Atenção Psicossocial– CAPS, produzido a partir da metodologia do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (Crepop). Este documento busca construir referência sólida para a atuação da Psicologia na área. As referências construídas possibilitam a elaboração de parâmetros compartilhados e legitimados pela participação crítica e reflexiva da categoria. Elas refletem o processo de diálogo que os Conselhos vêm construindo com a categoria, no sentido de se legitimar como instância reguladora do exercício profissional. Por meios cada vez mais democráticos, esse diálogo tem se pautado por uma política de reconhecimento mútuo entre as(os) profissionais da Psicologia, assim como, pela construção coletiva de uma plataforma profissional que seja também ética e política. Esta publicação marca mais um passo no movimento recente de aproximação da Psicologia com o campo das Políticas Públicas. Aborda cenário delicado do sofrimento psíquico, da Reforma Psiquiátrica, assim como o da evolução das políticas de saúde e saúde mental no Brasil. Evolução esta que encarrega a Psicologia como a profissão que estimula produção de sentidos novos, substituindo as relações tutelares pelas relações contratuais para a integração social e familiar dos Usuários do sistema de saúde mental. (Continua na versão digital).
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