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Navegando Relatórios por Autor "Conselho Federal de Psicologia"
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Item ATUAÇÃO DA(O) PSICÓLOGA(O) NO CAMPO DA EXECUÇÃO PENAL NO BRASIL Relatório Descritivo(2019) Conselho Federal de PsicologiaO Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria os resultados da pesquisa realizada em 2018 pelo Grupo de Trabalho sobre Atuação da Psicologia no contexto do Sistema Prisional, produzido a partir da metodologia do Centro de Referência Técnica em Psicologias e Políticas Públicas (CREPOP), cuja análise dos dados qualitativos foi feita em parceria com a Universidade Católica de Brasília. Esta pesquisa, concluída em 2019, vem responder a uma das tarefas delegadas pela Assembleia de Políticas Administrativas e de Finanças (APAF) ao Grupo de Trabalho, que decidiu ampliar o público-alvo considerando também as(os) psicólogas(os) que atuam em outros órgãos ligados à execução penal (no judiciário, no Ministério Público e na Defensoria Pública), permitindo assim um conhecimento mais amplo e detalhado, a partir do qual poderão ser definidos parâmetros e diretrizes para a atuação mais crítica e reflexiva da categoria e, portanto, mais qualificadaItem I Encontro Nacional de Psicologia: Mediação e Conciliação - Relatório Final(2006-12-07) Conselho Federal de Psicologia; Associação Brasileira de Ensino de Psicologia - ABEP; Associação Brasileira de Psicologia Jurídica - ABPJO Supremo Tribunal Federal, ao implantar, em meados de 2006, a Justiça de Conciliação no Brasil, inclui a mediação como mecanismo de solução de conflitos no escopo da conciliação. A mediação pertence à terceira onda do movimento universal de acesso à Justiça e produz resultados qualitativamente melhores por se chegar a um acordo de vontades, sendo que, implementada pela mobilização de magistrados, promotores, advogados, associações e organizações da sociedade civil e membros dos Poderes Executivos federal, estaduais e municipais, deu início ao processo de descentralização e humanização da Justiça, no qual as figuras do cidadão participante e do cidadão protegido passam a coexistir, trazendo à mediação características predominantemente reformistas. Os Conselhos Federal e Regionais de Psicologia, frente a esse quadro, e acreditando que haja, na Psicologia, competência acumulada para contribuir com o desenvolvimento de uma cultura de conciliação, promoveu o I Encontro Nacional de Psicologia – Mediação e Conciliação. (Continua na versão digital)Item Psicologia e Democracia: nenhum direito a menos Anais do VIII Seminário Nacional de Psicologia e Direitos Humanos(2019) Conselho Federal de PsicologiaEsta publicação reúne os diálogos e debates do VIII Seminário Nacional de Psicologia e Direitos Humanos, realizado entre 27 e 28 de abril de 2018, na Escola-Parque 308 Sul, em Brasília, DF. O evento teve como tema geral “Psicologia e Democracia: nenhum direito a menos” e foi organizado pela Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia (CDH-CFP) Em 07 de agosto de 1997 foi criada a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e, a partir de 1998, foram criadas as Comissões de Direitos Humanos dos Conselhos Regionais de Psicologia (CRPs). Este ato ético, estético e político foi extremamente importante para a Psicologia brasileira, em um período no qual ainda era recente o processo de democratização do país e, tanto a sua ciência quanto a profissão precisavam constituir práticas de promoção, garantia e defesa de direitos humanos.Item RELATÓRIO DE AUDITORIA INTERNA Nº 1054703/2023/AUDITORIA/CGEST[ RELATÓRIO AUDITORIA DO CFP NO CRP 06](2023-12) Conselho Federal de PsicologiaRelatório do Conselho Federal de Psicologia em relação a administração da autarquia do Conselho Regional de Psicologia da 6ª RegiãoItem RELATÓRIO DE GESTÃO DA COMISSÃO CONSULTIVA EM AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA (CCAP(2022) Conselho Federal de PsicologiaA Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica (CCAP), constituída pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) em março de 2003, tem por função discutir e propor diretrizes, normas e resoluções no âmbito da avaliação psicológica, além de conduzir o processo de avaliação dos instrumentos psicológicos submetidos ao Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI)Item RELATÓRIO DO Ano temático da Avaliação Psicológica 2011/2012(2013) Conselho Federal de PsicologiaAPRESENTAÇÃO Com muita satisfação, apresenta-se o Relatório do Ano Temático da Avaliação Psicológica cujo tema foi definido na Assembleia das Políticas, da Administração e das Finanças - APAF do Sistema Conselhos de Psicologia ocorrida em dezembro de 2010. O Grupo de Trabalho responsável pela organização geral das atividades foi composto pelos CRPs 01, 02, 05, 06, 08, 09 e 13, além do Conselho Federal de Psicologia. O objetivo definido para este Ano Temático foi o de ampliar as reflexões, com a categoria, sobre a avaliação psicológica com vistas a conquistar a médio e longo prazo a qualificação da prática profissional, mais especialmente no que concerne à interface com os aspectos éticos, técnicos e o respeito aos Direitos Humanos. As discussões ocorreram em três eixos, a saber: 1. Qualificação 1.1. Critérios de reconhecimento e validação a partir dos direitos humanos; 1.2. Avaliação como processo; 1.3. Manuais especificando seus contextos de aplicação e âmbito de ação. 2. Relações institucionais 3. Relações com o contexto de formação ( continua na versão digital)Item RESOLUÇÃO Nº 1, DE 29 DE JANEIRO DE 2018(2018-01-29) Conselho Federal de PsicologiaEstabelece normas de atuação para as psicólogas e os psicólogos em relação às pessoas transexuais e travestis.Item Sessões Solenes em homenagem aos 60 anos da regulamentação da Psicologia no Brasil(2022) Conselho Federal de PsicologiaO ano de 2022 trouxe consigo um marco para toda a nossa categoria. Há exatos 60 anos, em 1962, uma lei federal regulamentou a Psicologia como ciência e profissão no Brasil, dando início a uma trajetória de importantes legados para a sociedade e para a própria história de nosso país. Ao longo dessas seis décadas, a Psicologia brasileira tem contribuído para a promoção da saúde e da qualidade de vida das pessoas e das coletividades, fazendo-se presente nos mais variados espaços: na educação, no esporte, no tráfego, na justiça, na segurança pública, na assistência social e na saúde, entre outras áreas. A partir das diretrizes estabelecidas em seu Código de Ética, é uma ciência e profissão marcada pelo compromisso de defesa da democracia, da promoção de direitos e da dignidade humana – agente ativa das necessárias transformações sociais do Brasi