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Item Live | CFP realiza debate das novas referências técnicas do CREPOP(2025-04-11) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOO Conselho Federal de Psicologia (CFP) realiza, no dia 11 de abril, um diálogo digital para marcar o lançamento de duas novas referências técnicas: Atuação profissional em políticas públicas sobre direitos sexuais e direitos reprodutivos e Atendimento às mulheres em situação de violência. A atividade será transmitida ao vivo pelo canal oficial do CFP no YouTube, a partir das 10h, e contará com a participação de conselheiras federais e profissionais da área que contribuíram com a elaboração dos documentos. Além de apresentar as novas publicações, o evento tem como objetivo fomentar o debate a respeito dos desafios da atuação de profissionais da Psicologia nas diversas políticas públicas relacionadas a esses campos temáticos, destacando aspectos técnicos, éticos e científicos. Participam da live a vice-presidente do CFP, Alessandra Almeida, e as conselheiras federais Neuza Guareschi e Clarissa Guedes, que coordenam o Centro de Referências Técnicas em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP) e foram as responsáveis pela elaboração das novas referências técnicas. Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) no atendimento às mulheres em situação de violência (2ª edição) - https://bit.ly/4icRs3Y Referências técnicas para atuação de psicólogas (os) em políticas públicas de direitos sexuais e direitos reprodutivos - https://bit.ly/3RaxHz3 _ O Conselho Federal de Psicologia é uma autarquia federal que orienta, fiscaliza e disciplina a profissão de psicólogo. Zela por princípios éticos e age pelo desenvolvimento da Psicologia, ciência e profissão.Item I Mostra Estadual de Práticas de Psicologia e Serviço Social na Educação — Lei nº 13.935/19(2026-06-26) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOA I Mostra Estadual de Práticas de Psicologia e Serviço Social na Educação — Lei nº 13.935/19, organizada pelo Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, reunirá profissionais da Psicologia, Serviço Social e Educação para promover discussões acerca da Lei Federal nº 13.935/2019, que garante a presença de psicólogas, psicólogos e assistentes sociais na rede pública de educação básica. Promoverá, assim, uma interlocução de práticas entre essas áreas relacionadas, por meio da apresentação de trabalhos. SOBRE A MOSTRA Profissionais de Psicologia e de Serviço Social podem oferecer contribuições importantes para a Educação, atuando de maneira interdisciplinar e em rede. Por isso, o XVIII Plenário do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP), gestão 2025-2028, elencou como prioridade o acompanhamento da implementação da Lei Federal nº 13.935/2019, que dispõe sobre a prestação de serviços de Serviço Social e de Psicologia nas redes públicas de educação básica. Nosso objetivo principal é a construção de uma escola democrática, que ofereça um trabalho que vise a uma educação para todas e todos, respaldada nos princípios do compromisso social, dos Direitos Humanos e do respeito à diversidade como fundamento para uma efetiva inclusão social. Diante desse desafio, convidamos todas as pessoas interessadas na educação, psicólogas e psicólogos, assistentes sociais, professoras e professores, gestoras e gestores, familiares e estudantes para participarem, conosco, desta I Mostra Estadual de Práticas de Psicologia e Serviço Social na Educação — Lei nº 13.935/19. Vamos discutir coletivamente os caminhos para aprimorar o trabalho no campo escolar/educacional. O encontro está organizado em dois momentos: na sexta, período noturno, teremos a mesa de abertura, com representantes do CRP SP, do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (Cress SP), da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (Abrapee), do Sindicato dos Psicólogos de São Paulo (Sinpsi), do Fórum Municipal de Educação e do movimento estudantil. Também haverá uma mesa de debates com palestrantes protagonistas das áreas em questão. O sábado começa com um um número artístico com Patrícia Gordo (arte-educadora e estudante de Psicologia). Em seguida, teremos a apresentação dos pôsteres em rodas de conversa, em que teremos a oportunidade de conhecer e dialogar sobre trabalhos que vêm sendo desenvolvidos. Contaremos com profissionais convidadas que farão debates dos trabalhos apresentados, articulando teoria e prática, e conduzirão a reflexão coletiva final sobre os rumos para uma educação de qualidade. 19h às 20h — Mesa de abertura Valéria Campinas Braunstein (CRP 06/31093 | presidenta do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo — CRP SP) John dos Santos Silva (Cress/SP 69991 | conselheiro do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo — Cress SP) Sônia Mari Shima Barroco (CRP 08/2852 | presidenta da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional — Abrapee) Marcella Milano (CRP 06/114326 | presidenta do Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo — SinPsi) Maciel Silva Nascimento (secretário de políticas para os trabalhadores da educação do Sindsep | coordenador do Fórum Municipal de Educação) Júlia Monteiro (representante da União Paulista de Estudantes Secundaristas — Upes) Carla Alessandra Sartorelli Guimarães (CRP 06/60821-0 | representante de Diretoras de Escolas do Município de São Paulo) 20h às 21h30 — Debate (Des)encontros das leis 13.935/19 e 10.639/03 sob o olhar da Psicologia e da Educação Elisabete Figueroa dos Santos (CRP 06/118739 | FE UNICAMP) Lei 13.935/19 - Desafios atuais de psicólogas e assistentes sociais na educação básica Marilene Proença Rebello de Souza (CRP 06/6133 | IP USP) O trabalho de assistentes sociais na educação básica John dos Santos Silva (Cress/SP 69991 | Cress SP) Mediação: Maria Rozineti Gonçalves (CRP 06/39077 | representante do CRP SP)Item Viagens Trans(Gênero) Abordagens Psicológicas, Médicas e Legais e Vivenciais Interseccionais(2023) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOViagens Trans(Gênero) Abordagens Psicológicas, Médicas e Legais e Vivenciais Interseccionais". Evento realizado em parceria com o LIEPPE/ USP, Laboratório Interinstitucional de Estudos e Pesquisas em Psicologia Escolar do Instituto de Psicologia da USP. Teremos a satisfação de receber a pesquisadora e militante Liliana Rodrigues, para promover um encontro aberto que venha a sensibilizar o público para as dimensões das abordagens trans. Política de moderação para os comentários: Não serão aceitas mensagens preconceituosas, ofensivas, com incitação à violência ou à discriminação seja de credo religioso, político, de etnia, gênero, orientação sexual, de idade e/ou condição social; Não serão aceitas mensagens com teores injuriosos, caluniosos e/ou difamatórios; O CRP SP não realiza atendimento pelas redes sociais. Para serviços e atendimento, acesso nosso site: https://www.crpsp.org/Item Psicologia do Tráfego em foco: os impactos das mudanças legislativas na atuação profissional(2026-04-02) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOO Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) convida psicólogas e psicólogos para o evento on-line “Psicologia do Tráfego em foco: CRP SP debate os impactos das mudanças legislativas na atuação profissional”. O encontro acontece no dia 2 de abril (quinta-feira), às 19h. Diante de um cenário com mais de 870 mil sinistros de trânsito em SP e mudanças normativas que ameaçam a autonomia técnica da categoria, precisamos alinhar nossas pautas. Vamos debater as alterações federais e estaduais que impactam diretamente a avaliação psicológica, etapa vital para a proteção à vida e a segurança viária. O evento contará com a mediação da nossa conselheira presidenta, Valéria Campinas Braunstein (CRP 06/31093), a participação da conselheira Ivani Teixeira Mendes (CRP 06/42535) e Janaina Cristina Barêa (CRP 06/80812). CRP SP: pela proteção à vida no trânsito.Item Pode a Psicologia ser feminista?(2018-03-08) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoEsses últimos anos os debates sobre feminismos e as relações de gênero tem assumido lugar de destaque. Entretanto, mudanças concretas na sociedade e nas relações ainda estão distantes de se materializar. Muitas das questões das desigualdades e violências de gênero aparecem nos espaços nos quais as profissionais da psicologia atuam, desde às diferenças salariais, passando pelas violências físicas e feminicídios até as violências mais sutis dos relacionamento e de convívio social, comunitário e no trabalho. Nesse sentido, gostaríamos de saber: Pode a psicologia ser feminista? Pelo sim, pelo não, venha debater com a gente! Elânia Francisco Lima - Psicóloga, especialização em gênero e sexualidade, mestra em Educação Sexual, trabalhadora do Centro de Cidadania LGBT Edson Neris e membro do coletivo de Psicólogas Periféricas da Zona Sul. Daniela Pedroso - Possui graduação em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1996) e mestrado em Saúde Materno Infantil pela Universidade de Santo Amaro (2010). Atualmente é psicóloga do Núcleo de Violência Sexual e Aborto Previsto em Lei do Centro de Referência da Saúde da Mulher - Hospital Pérola Byington e membro do Grupo de Estudos sobre Aborto (GEA) e do Núcleo de Sexualidade e Gênero do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP 06. Tem experiência na área de Psicologia e atua principalmente nos seguintes temas: violência sexual e aborto. Também desenvolve seu trabalho em consultório particular, realizando psicoterapia de crianças, adolescentes, adultos e casais, além de psicodiagnóstico e orientação vocacional através de testes psicológicos. Janaína Leslão - Escritora de alguns dos primeiros contos de fadas sobre direitos sexuais e direitos reprodutivos. Teve seu primeiro livro, A Princesa e a Costureira, adaptado para o teatro infantojuvenil, ganhando o Prêmio APCA 2016, da Associação Paulista dos Críticos de Arte. Como psicóloga, trabalha com questões de sexualidade e gênero desde a graduação em psicologia na UNESP/Assis. Fez especialização em Saúde Mental e Atualização em Violência Sexual pela USP. De 2003 a 2008 exerceu a vice-presidência na ONG NEPS- Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre as Sexualidades. Foi Conselheira efetiva no CRP SP de 2010 a 2016. É servidora pública de Diadema desde 2004 e exerce suas atividades na Vigilância à Saúde do Município, trabalhando com violências interpessoais e autoprovocadas. Lélia Marília dos Reis - Psicóloga e psicanalista, doutora e mestre pela USP Ribeirão Preto. Pesquisadora em saúde coletiva e gênero.Item Medicalização, Judicialização e Patologização da Vida(2013-02-20) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoO CRP SP propõe o debate dos temas Medicalização, Judicialização e Patologização da Vida, com foco no olhar da Psicologia sobre os processos de individualização, contemplando os contextos mais amplos nos quais estão inseridos. Luiz Fernando de Oliveira Saraiva - Conselheiro Secretário do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP SP; Tatiana Lionço - Doutora em Psicologia -- UNB; Carla Biancha Angelucci - Conselheira Presidenta do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP SP e Gabriela Gramkow - Conselheira Tesoureira do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP SP.Item Seminário Estadual: A Psicologia no Trabalho e a Psicologia Como Trabalho - Parte 2(2013-05) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoA Psicologia como ciência reúne uma série de contribuições para ações nos espaços e nas relações de trabalho. Procedimentos, dispositivos técnicos e instrumentos de psicologia estão solidamente presentes nas organizações, em setores de recursos humanos, na saúde do trabalho e na economia solidária, por exemplo. Por outro lado, a psicologia como trabalho e profissão, cuja regulamentação no país completou 50 anos em 2012, atravessada pela própria dinâmica das mudanças políticas, sociais e culturais, requer a reflexão e a ação sobre as condições e relações de trabalho necessárias para o exercício da psicologia com qualidade e de forma ética. A psicologia no trabalho é vivenciada por especialistas e pesquisadoras(es) enquanto que a psicologia como trabalho é vivenciada por todas(os) as psicólogas(as) que exercem a profissão como empregadas(os) no setor privado ou no setor público, ofertam serviços autônomos(as) e prestadoras(es) de serviços ou mesmo não estão exercendo a profissão mas buscam espaço e oportunidade para exercê-la. Assim, por ocasião das atividades que marcam o Dia do Trabalho, 1º de Maio, esperamos discutir essas relações entre psicologia e trabalho para elaborar crítica e criativamente possibilidades de a psicologia como ciência contribuir para a psicologia avançar como profissão e vice-versa. Objetivos: • dar visibilidade para experiências diferentes da psicologia no trabalho; • promover o debate e o intercâmbio sobre a psicologia no trabalho; • historicizar e contextualizar a psicologia como trabalho; • reunir informações e elementos atuais sobre condições e relações de trabalho da psicologia para subsidiar o aprimoramento das ações ordinárias (regulamentação, orientação e fiscalização) e políticas (mobilização e debate com a categoria, a sociedade e o estado em relação a trabalho e exercício da psicologia) do CRP SP. Painel 2: Psicologia como trabalho Características da inserção profissional da(o) psicóloga(o): Prof. Dr. Roberto Heloani Fernanda Magano Andréia De Conto GarbinItem Laudos Psicológicos em Debate 05 : Perícias Criminal e Civil: Limites Éticos(1999) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoLaudos Psicológicos em Debate 5 "Perícias Criminal e Civil: Limites Éticos" Participações: Debatedores Magaly Iazetti Caliman -- Profissional do Instituto Médico Legal de São Paulo, Academia de Polícia Civil de São Paulo e Academia Penitenciária de São Paulo; Rodalice Lopes - Doutoranda do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo e Pesquisadora da Área Penitenciária.Item Laudos Psicológicos em Debate 03: Avaliação Psicológica na Psicologia do Trânsito(1999) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaLaudos Psicológicos em Debate 3 "Avaliação Psicológica na Psicologia do Trânsito" Debatedores: Maria José Vilela Lamounier - Psicóloga e Presidente da Câmara de Psicologia do Trânsito, no Conselho Regional de Psicologia - 4ª Região; Solange Muglia Weschesler - Professora da pós-graduação do Instituto de Psicologia da PUC-Campinas e Coordenadora do Laboratório de Avaliação e Medidas Psicológicas -- LAMPItem Laudos Psicológicos em Debate 01: Autópsia Psicológica e Laudos Psicológicos no Judiciário(1999) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de Psicologia; Associação Brasileira de Psicologia Jurídica (ABPJ)Laudos Psicológicos em Debate 1 "Fontes indiretas de informação sobre o sujeito: Autópsia Psicológica e Laudos Psicológicos no Judiciário"Item Conferência Livre de Proteção e Defesa Civil: contribuições da psicologia como ciência e profissão(2014-03) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoA psicologia tem história de atuação e produção de conhecimentos no campo atualmente abrangido pela política de proteção e defesa civil. Como campo de saberes e práticas, tem sido cada vez mais presente tanto nos momentos de atendimentos a pessoas atingidas em emergências e dos desastres como também, cada vez mais, em atividades de prevenção, preparação ou assistência na reconstrução e reorganização dessas pessoas e comunidades sob risco ou prejudicadas pelos desastres, como enchentes, secas, incêndios, desabamentos, epidemias, acidentes químicos e acidentes aéreos e conflitos sociais, entre outras situações. No Brasil, estamos contribuindo para a construção da proteção e da defesa civil como uma política pública de garantia de direitos das pessoas e das comunidades, que envolve as estruturas de defesa civil e também outras áreas das políticas públicas e do sistema de garantia de direitos. Desta forma, esta "Conferência Livre de Proteção e Defesa Civil: contribuições da psicologia como ciência e profissão" é uma iniciativa do CRP-SP para mobilizar para a temática psicólogas(os), outros profissionais, estudantes, gestores, agentes da defesa civil e, sobretudo, pessoas afetadas ou sob risco de desastres para continuarem debatendo o tema e apresentarem propostas para a 2ª Conferência Nacional de Proteção e Defesa Civil, cujo tema é "Proteção e Defesa Civil: Novos Paradigmas para o Sistema Nacional", a ser realizada de 27 a 30 de maio de 2014, em Brasília. Este tipo de conferência faz parte da programação oficial e poderá, além de avaliar o andamento do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, propor princípios e diretrizes a serem analisadas e deliberadas Palestrantes: Cristóvão de Oliveira MONADES - Movimento Nacional de Atingidos por Desastres. Elaine Alves CEPED-USP - Centro de Estudos e Pesquisas sobre Desastres no Estado de São Paulo. Cecília Araujo Melo CEDEC - Coordenadoria de Defesa Civil do Município de São Paulo.Item Contra o Genocídio da População Negra: Subsídios Técnicos e Teóricos para Psicologia - Parte 1 - Manhã(2014-05-31) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoContra o Genocídio da População Negra: Subsídios Técnicos e Teóricos para Psicologia Nos últimos anos houve um aumento significativo da violência contra a população negra no Brasil. Segundo pesquisa realizada pelo IPEA e pelo dossiê realizado pelo Comitê Contra o Genocídio da Juventude Preta, Pobre e Periférica da cidade de São Paulo, os dados que relacionam mortes por assassinato à faixa etária e raça são alarmantes: - Há uma projeção de que 32 mil adolescentes serão mortos violentamente entre 2007 e o final de 2013. A possibilidade de um adolescente negro ser vítima de violência é 3,7 vezes maior em comparação com os brancos; - Em 2011, o número de mortes por autos de resistência apenas no Rio e em São Paulo foi 42,16% maior do que todas as execuções promovidas por 20 países em que há pena de morte! - Em São Paulo, só em 2012, 546 pessoas foram mortas em decorrência de confronto com a Polícia Militar; - A cada três assassinatos no País, dois vitimam negros; - A possibilidade de o negro ser vítima de homicídio no Brasil é maior inclusive em grupos com escolaridade e características socioeconômicas semelhantes. - A chance de um adolescente negro ser assassinado é 3,7 vezes maior em comparação com os brancos. - Assassinatos atingem negros numa proporção 135% maior do que os não-negros; Diante dessa conjuntura, várias entidades, grupos e setores organizados em torno da luta antirracista vêm se organizando nos últimos anos para denunciar, discutir e propor estratégias de enfrentamento à essa situação. Somando-se a esses esforços, o CRP SP convida para o debate Contra o genocídio da população negra: subsídios teóricos e técnicos para a psicologia, no intuito de refletir como os psicólogos que atuam nas mais diversas áreas e instituições que lidam direta ou indiretamente com esse problema podem ampliar seus referenciais de atuação no enfrentamento dessa questão. Participaram ativistas do movimento negro, psicólogos e estudiosos da temática.Item Contra o Genocídio da População Negra: Subsídios Técnicos e Teóricos para Psicologia - Parte 2 - Tarde(2014-05-31) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoContra o Genocídio da População Negra: Subsídios Técnicos e Teóricos para Psicologia Nos últimos anos houve um aumento significativo da violência contra a população negra no Brasil. Segundo pesquisa realizada pelo IPEA e pelo dossiê realizado pelo Comitê Contra o Genocídio da Juventude Preta, Pobre e Periférica da cidade de São Paulo, os dados que relacionam mortes por assassinato à faixa etária e raça são alarmantes: - Há uma projeção de que 32 mil adolescentes serão mortos violentamente entre 2007 e o final de 2013. A possibilidade de um adolescente negro ser vítima de violência é 3,7 vezes maior em comparação com os brancos; - Em 2011, o número de mortes por autos de resistência apenas no Rio e em São Paulo foi 42,16% maior do que todas as execuções promovidas por 20 países em que há pena de morte! - Em São Paulo, só em 2012, 546 pessoas foram mortas em decorrência de confronto com a Polícia Militar; - A cada três assassinatos no País, dois vitimam negros; - A possibilidade de o negro ser vítima de homicídio no Brasil é maior inclusive em grupos com escolaridade e características socioeconômicas semelhantes. - A chance de um adolescente negro ser assassinado é 3,7 vezes maior em comparação com os brancos. - Assassinatos atingem negros numa proporção 135% maior do que os não-negros; Diante dessa conjuntura, várias entidades, grupos e setores organizados em torno da luta antirracista vêm se organizando nos últimos anos para denunciar, discutir e propor estratégias de enfrentamento à essa situação. Somando-se a esses esforços, o CRP SP convida para o debate Contra o genocídio da população negra: subsídios teóricos e técnicos para a psicologia, no intuito de refletir como os psicólogos que atuam nas mais diversas áreas e instituições que lidam direta ou indiretamente com esse problema podem ampliar seus referenciais de atuação no enfrentamento dessa questão. Participaram ativistas do movimento negro, psicólogos e estudiosos da temática.Item CRP SP - Testes Psicológicos provocam impacto na vida das pessoas(2014) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoA área de testes em Psicologia é dinâmica e sujeita a reavaliações. Por esse motivo, o psicólogo deve se manter atualizado, consultando regularmente o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (Satepsi). Em uma série de vídeos, a conselheira do CRP SP, Ana Paula Porto Noronha, aborda assuntos referentes ao tema.Item CRP SP alerta empresas sobre riscos de testes DISC(2014) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoA área de testes em Psicologia é dinâmica e sujeita a reavaliações. Por esse motivo, o psicólogo deve se manter atualizado, consultando regularmente o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (Satepsi). Em uma série de vídeos, a conselheira do CRP SP, Ana Paula Porto Noronha, aborda assuntos referentes ao tema.Item Testes Psicológicos: Psicólogos devem utilizar testes aprovados pelo SATEPSI(2014) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoA área de testes em Psicologia é dinâmica e sujeita a reavaliações. Por esse motivo, o psicólogo deve se manter atualizado, consultando regularmente o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (Satepsi). Em uma série de vídeos, a conselheira do CRP SP, Ana Paula Porto Noronha, aborda assuntos referentes ao tema.Item Testes Psicológicos: Testes Psicológicos devem ser certificados pelo CFP(2014) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoA área de testes em Psicologia é dinâmica e sujeita a reavaliações. Por esse motivo, o psicólogo deve se manter atualizado, consultando regularmente o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (Satepsi). Em uma série de vídeos, a conselheira do CRP SP, Ana Paula Porto Noronha, aborda assuntos referentes ao tema.Item Testes Psicológicos : Testes certificados têm eficiência comprovada(2014-07) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoA área de testes em Psicologia é dinâmica e sujeita a reavaliações. Por esse motivo, o psicólogo deve se manter atualizado, consultando regularmente o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (Satepsi). Em uma série de vídeos, a conselheira do CRP SP, Ana Paula Porto Noronha, aborda assuntos referentes ao tema.Item Testes Psicológicos: Riscos que as empresas enfrentam ao usar o DISC(2014) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoA área de testes em Psicologia é dinâmica e sujeita a reavaliações. Por esse motivo, o psicólogo deve se manter atualizado, consultando regularmente o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (Satepsi). Em uma série de vídeos, a conselheira do CRP SP, Ana Paula Porto Noronha, aborda assuntos referentes ao tema.Item Psicologia, condições de trabalho e jornada de 30 horas(2014-08-20) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoA redução da jornada semanal máxima para 30 horas, sem redução de salários, é uma reivindicação da categoria de psicólogas(os) há vários anos. Outras categorias profissionais e movimentos de trabalhadoras e trabalhadoras já tiveram, e conseguiram, ou tem pautas que tratam de redução de jornada. O Projeto de Lei 3.338/2008 foi aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados, em caráter terminativo, está aguardando prazo regimental para apresentação de recursos de parlamentares para passar em Plenária e, caso não haja, será imediatamente enviado para apreciação da Presidenta da República, para sancionar ou vetar. A redução da jornada apresenta-se como medida para contribuir na saúde da trabalhadora e do trabalhador, mas também proporciona que atores do mundo do trabalho tenham de rediscutir as formas, as condições, as relações e as dinâmicas de trabalho. Esta roda de conversa e ato de apoio à aprovação do PL 30 horas para psicólogas(os) pretende reunir profissionais de psicologia, sindicato, conselho, outras entidades de trabalhadores, movimentos sociais e outros apoiadores para declarar, mostrar seus cartazes, combinar mais ações e demonstrar a importância dessa aprovação e aprofundar as possibilidades de avanços consequentes para o trabalho e a sociedade. Historicização, contextualização e perspectiva da mobilização pelo PL 3.338/2008 Rogério Giannini – SINPSI Considerações à inserção da psicologia no mundo do trabalho e a defesa dos direitos de trabalhadores em geral Elisa Zaneratto Rosa – CRP SP Fala aberta para manifestações individuais e de representantes de instituições e movimentos sobre o PL 30 horas - Propostas - Encaminhamentos Fernanda Lou Sans Magano - FENAPSI