PSI / Como caminharam Brasil e Psicologia após a Constituinte:Nos últimos 25 anos, País vivenciou democratização e crescimento de políticas públicas, o que contribuiu para ampliar a atuação dos(as) psicólogos(as)
Carregando...
Arquivos
Data
2014-01
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Resumo
Editorial
Rumo a novos avanços
O acesso à saúde ainda é um enfrentamento
necessário. O financiamento
da saúde pública e, de modo mais geral,
da seguridade social, ocorre, a partir
de emendas realizadas em nossa
Constituição, num claro compromisso
do Estado com interesses privados,
colocando em risco direitos conquistados
pela população. Os jovens, especialmente
os jovens negros, morrem
nas ruas de nossas periferias cotidianamente,
muitas vezes pela ação do
próprio...(Continua na versão digital)
Descrição
Palavras-chave
Psicologia Organizacional, Adriano da Silva Hernandes, Congresso de Psicologia Organizacional e do Trabalho, Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho (SBPOT), Saúde Suplementar, Cirurgia Bariátrica, Obesidade, Sistema Único de Saúde (SUS), Racismo, Julio Jacobo Waisehisz, Márcio Farias, Genocídio da juventude negra, Mapa da Violência, Márcia Feffermann, Psicologia e o enfrentamento do racismo, Psicoterapia e políticas públicas de saúde, Políticas Públicas, III Jornada Abrap, Juan Luis Linares, Elisa Zaneratto Rosa, Seminário: Psicoterapia nas Políticas Públicas de Saúde, Constituição Federal (25 anos), Constituição e Psicologia, Saúde Pública, Nina Cappello, Meios de Comunicação e Mobilização Social, Violação dos Direitos Humanos, Belinda Mandelbaum, Atuação de psicólogas(os) com famílias, Convivência familiar, Igor da Costa Borysow, Carlos Roberto de Castro, Alda Lacerda, Marisa Russo, César Ades, Comissão de Direitos Humanos do CFP, Prêmio de Psicologia e Direitos Humanos: Ditadura Civil-Militar e repercussões sobre a Psicologia como Ciência e Profissão