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Navegando IMAGEM por Assunto "Assistência Social"
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Item I SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE POLITICAS PÚBLICAS(2011-04-08) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoCompromisso com a Gestão Pública O I Seminário Regional de Políticas Públicas teve, entre seus objetivos, a formulação de propostas para os gestores de áreas nas quais os psicólogos atuam Nos dias 8 e 9 de abril o CRP SP realizou, por meio do Centro de Referências Técnicas em Psicologia e Políticas Públicas de São Paulo (CREPOP/SP), o I Seminário Regional de Políticas Públicas. Com a presença de mais de 120 participantes, o evento teve entre seus objetivos delinear o papel das políticas públicas no Brasil; debater a atuação dos psicólogos nesse âmbito; formular propostas qualificadas para os gestores e, ainda, identificar interfaces e sinergias que podem ser aproveitadas na aplicação dessas políticas em áreas como Educação, Saúde, Assistência Social e Sistema Prisional. O evento teve entre os convidados o cientista social Rudá Ricci, que traçou um quadro geral sobre as políticas públicas no Brasil e o conselheiro do CRP SP, Cássio Rogério Lemos de Figueiredo, que detalhou princípios e a estrutura de funcionamento de algumas dessas políticas e os desafios e oportunidades por elas colocados. Entre outros aspectos, Cássio Figueiredo destacou o fato de que várias dessas políticas podem estar dirigidas para um mesmo grupo social (por exemplo, as políticas de Educação, Saúde, Assistência Social e Esportes voltadas para crianças e adolescentes), o que favorece a busca de soluções intersetoriais. A atuação dos participantes foi dividida em três etapas. Na primeira foram formados grupos sobre temáticas específicas, reunindo profissionais com vivências nessas áreas. Na segunda, profissionais de áreas diversas eram estimulados a descobrir possibilidades de interação entre elas. A plenária final permitiu apresentar um resumo das discussões e propostas que foram sintetizadas em um documento final com sete pontos (veja nesta página). O documento foi amplamente divulgado durante a realização do VII Congresso Norte e Nordeste de Psicologia (VII Conpsi), em Salvador. "A realização de seminários regionais de Políticas Públicas é uma recomendação do CFP, tendo como objetivo alcançar uma articulação melhor em torno desses tópicos", afirmou a presidente do CRP SP, Carla Biancha Angelucci. Segundo ela, há uma preocupação em dar mais visibilidade ao trabalho do CREPOP, destacando não apenas as pesquisas e os documentos de referência - que falam mais diretamente aos psicólogos -, mas também as propostas, construídas a partir das pesquisas, que podem orientar os gestores. Para isso várias iniciativas estão em andamento, entre elas a criação de banners, a serem exibidos nas subsedes, mostrando como o CREPOP atua e outros contendo sínteses das referências criadas por meio das pesquisas da entidade.OS PONTOS DO DOCUMENTO Valorização do profissional Esta demanda surgiu do grupo que discutiu a política de Assistência Social, no entanto se refletiu de alguma forma nos demais grupos. Sugere-se que sejam identificadas práticas regionais interessantes, inovadoras e com uma postura crítica da inserção do psicólogo(a) para valorizar a atuação profissional, demonstrando ação diferencial do(a) psicólogo(a) nas áreas em que atua. No caso específico da Educação houve uma demanda por criar legitimidade da atuação do(a) psicólogo(a) nesta área; Formação para atuação em políticas públicas Diálogo com as universidades para inclusão deste aspecto nos currículos de psicologia e também a promoção de formação continuada e debate contínuo para atualização dos profissionais atuantes juntamente com seus pares de outras áreas (assistentes sociais, pedagogos, advogados, médicos, etc.); Contribuição qualificada para a gestão Inserir cada vez mais com debate qualificado e propositivo, a categoria nos órgãos de gestão pública, seja nos Conselhos ou outras instâncias onde são pensadas, articuladas e elaboradas as políticas públicas; Validação de atribuições Posicionamento do Sistema Conselhos em relação à caracterização e validação das atribuições do(a) psicólogo(a) em cada uma das áreas em que atua no sentido de como responder às demandas indevidas recebidas no dia a dia de trabalho, como, por exemplo, algumas demandas do judiciário para os(as) psicólogos(as) que atuam no CRAS; Garantia de direitos Ampliar o debate e construir respostas qualificadas e efetivas no entendimento e oposição a judicialização e medicalização como tendências muito fortes no tratamento das demandas por Saúde, Educação, Justiça, em última instância os Direitos Humanos nos serviços públicos, focando a garantia do atendimento à população, promovendo a Saúde e garantindo o direito à diversidade; Condições de Trabalho Estabelecer parceria com Sindicato dos Psicólogos, repassando a estes as demandas que se referem às condições de trabalho dos(as) psicólogos(as), identificadas a partir das pesquisas realizadas pelo CREPOP; Atuação nas Conferências Nacionais Participar nas Conferências Nacionais que estão programadas para acontecer nas diferentes áreas.Item MOSTRA METROPOLITANA DE PRÁTICAS DE PSICOLOGIA NA ASSISTÊNCIA SOCIAL(CRP SP, 2015-10-16) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoHistoricamente, a psicologia esteve presente nos mais diversos e fragmentados serviços e espaços da Assistência Social; contudo, após a implementação do Sistema Único de Assistência Social – Suas, houve uma importante ampliação da participação desses profissionais contribuindo com seu suporte técnico, ético e político na consolidação dos princípios e preceitos desta Política Pública de garantia de direitos de proteção social. Nesse sentido, após os 10 anos de criação e implantação do Suas, em fases diferentes em cada lugar, seja em espaços de serviços públicos, entidades de assistência social, conselhos de direitos e de políticas, de fóruns, de movimentos sociais, nos diferentes territórios, as contribuições da psicologia na efetivação da Política de Assistência Social compõem estratégias de intervenção, metodologias de trabalho e práticas que buscam o reconhecimento de questões subjetivas, vivências comunitárias e atuações ético-políticas no enfrentamento das injustiças sociais. Trata-se de um sistema que propõe, além das aquisições materiais, aquelas do âmbito das subjetividades dos sujeitos, tais como autonomia, o protagonismo e a ativa participação das pessoas na elaboração dos planos de seus atendimentos. Nesse contexto, os trabalhadores se deparam com inúmeros desafios relacionados à superação de antigas práticas, mas ainda hegemônicas, principalmente ligadas ao clientelismo, ao assistencialismo, ao primeiro-damismo, ao sucateamento dos serviços públicos, à falta de planejamento e, sobretudo, à reprodução da culpabilização das pessoas pela sua condição socioeconômica. Palestrantes: Anderson Lopes Miranda e Ana Mercês Bahia Bock.Item A psicologia no SUAS: de que lugar falamos, que prática queremos(2011-11-30) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região / CampinasCaros Colegas O Conselho Regional de Psicologia SP - Subsede Campinas, através do GT Assistência Social, em continuidade as reflexões da atuação de psicólogos(as) na Política de Assistência Social, convida para o Encontro: A Psicologia no SUAS: "De que lugar falamos, que prática queremos" OBJETIVO: Debater a prática de psicólogos(as) no SUAS, quem é esse profissional, que prática tem sido possível construir e o compromisso da Psicologia na defesa de direitos no campo social. MEDIADORA: Juliana dos Santos Corbett - crp- 06/68596 - Psicóloga formada pela Universidade São Francisco; Especialista em Psiquiatria e Psicologia Clínica da Adolescência - Unicamp; Docente no curso de Psicologia da FAC III; Psicóloga do Centro de Assistência Social Copiosa Redenção; Conselheira Titular do Conselho Municipal da Assistência Social de Campinas/triénio 2011 -2013; Membro do GT Assistência Social do CRP Subsede Campinas. PALESTRANTES: Fabiana Itaci Corrêa de Araújo crp- 06/70629 - Psicóloga formada pela Universidade de Taubaté-UNITAU. Mestre em Psicologia Social pela PUC-SP Especialista em Política Social e Gestão Institucional pela UNITAU. Professora substituta de Psicologia Social, no curso de Serviço Social da Universidade Federal de Goiás-UFG (campus cidade de Goiás). Carmem Magda Ghetti Senra - crp- 06/49388 - Doutora em Psicologia pela PUC-Campinas (2009). Especialista em Psicologia Social pelo CFP (2003); Especialização em VDCCA pelo LACRI/ USP (1999); Psicóloga formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (1996). Servidora pública da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social de Campinas desde 1997 - Psicóloga do CRAS BandeirasItem Sarau na Quebrada: Periferia Organizada(2017) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoMaterial Promocional - Banner Campanha Sarau na Quebrada: Periferia Organizada /O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP 06 convida a todos para participarem do evento "Sarau na Quebrada: Periferia Organizada - Território da cultura e do direito à cidade", em Santo André. Direito à que? Cidade? Afinal, viver na cidade o que significa? A cidade território da diferença, dos afetos, da pluralidade, da desigualdade, da arte, da violência, da contradição, da tradição e da invenção. Temos resistido as formas de opressão e dominação postas por uma lógica hegemônica que destrói as possibilidades de organização e criação humana. SARAU NA QUEBRADA: PERIFERIA ORGANIZADA!!! É TERRITÓRIO DA CULTURA E DO DIREITO À CIDADE Cultura? Vamos debater concepções de cultura, construir coletivamente novas concepções não institucionalizadas e descolonizadas de cultura. Isso é reconhecer a dimensão subjetiva da vida na cidade, a potência criadora, o pertencimento territorial, afetivo e "fazedor" de significações e sentidos. Vem com a gente conversar, cantar, declamar, poetizar, encantar, se organizar! SARAU NA QUEBRADA: PERIFERIA ORGANIZADA.Item Seminário. A atuação dos psicólogos no sistema único de assistência social(2010-07) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaSeminário: A atuação dos psicólogos no Sistema Único de Assistência Social”. O evento, de caráter nacional, é uma iniciativa conjunta dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia, do Ministério do Desenvolvimento Social e da Secretaria Nacional de Assistência Social. Todo o seminário será transmitido via internet pela página .Além da participação presencial em Brasília (DF), os psicólogos de outros estados também poderão assistir ao seminário nas salas de exibição organizadas pelos Conselhos Regionais de Psicologia. Confira a programação do evento: 21 de junho de 2010. 19h Solenidade de abertura 19h30 Conferência de abertura: A atuação dos psicólogos no SUAS . 22 de junho de 2010 . 9h Mesa: Marcos éticos e normativos do SUAS: elaboração e apropriação 10h Debate 14h30 Mesa: Dilemas da atuação Interdisciplinar na Proteção Social 15h30 Debate 23 de junho de 2010 9h Mesa: A Psicologia necessária nos serviços de Proteção Social Básica 10h Debate 14h30 Mesa: A atuação do psicólogo na proteção social especial 15h30.Item X Conferências de Assistência Social - Faixa 1(2018) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoMaterial Promocional - Faixa 1 - X Conferências de Assistência Social - Protagonismo das pessoas usuárias do SUAS de vez rumo a 2026.Item X Conferências de Assistência Social - Faixa 2(2015) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoMaterial Promocional - Faixa 2 - X Conferências de Assistência Social - Faixa 2 - Desprecarizar o Trabalho no SUAS de vez rumo a 2026.Item X Conferencias de Assistência Social - Faixa 3(2015) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoMaterial Promocional - Faixa 3 - X Conferências de Assistência Social, + Suas - Cadeias = Não à Redução da Maioridade. A ideia central desta conferência propor diretrizes para os próximos 10 anos, considerando a evolução da Política de Assistência Social, especialmente os últimos 10 anos, quando foi elaborado um Plano Decenal e, sobretudo, foi implantado o Sistema Único de Assistência Social - Suas. Também serão completados 20 anos de conferências de assistência social, que, na sua primeira edição, em 1995, teve como tema "A assistência social como um direito do cidadão e dever do Estado". Observa-se uma evolução quantitativa nas normas, nas estruturas, no cofinanciamento e na integração de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais, ainda que aquém do desejado do ponto de vista qualitativo. Apesar dos avanços, restam diversos desafios sobre a composição das equipes de trabalho, a participação de pessoas usuárias e de trabalhadores no controle social, a gestão do trabalho, a educação permanente, a complementaridade entre as entidades de assistência social e os órgãos do Poder Público, a integração com outras políticas públicas e, sobretudo, afirmar a assistência social como política pública, superando sua história de improvisos, assistencialismo e personalismo. Neste processo, a prática da psicologia como ciência e como profissão foi reconhecida e incorporada junto com outras profissões nas equipes de referência para a oferta de serviços e para a gestão da Política de Assistência Social. Isso redobra a responsabilidade de psicólogas (os) em pensar também a assistência social na psicologia, de modo a aprimorar contribuições da profissão e elaborar propostas para superar os desafios existentes nesta política pública.Item X Conferencias de Assistência Social - Faixa 4(2015) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoMaterial Promocional - Faixa 4 - X Conferências de Assistência Social - Reconhecer a diversidade e combater as desigualdades! Psicologia no Suas!. A ideia central desta conferência propor diretrizes para os próximos 10 anos, considerando a evolução da Política de Assistência Social, especialmente os últimos 10 anos, quando foi elaborado um Plano Decenal e, sobretudo, foi implantado o Sistema Único de Assistência Social - Suas. Também serão completados 20 anos de conferências de assistência social, que, na sua primeira edição, em 1995, teve como tema "A assistência social como um direito do cidadão e dever do Estado". Observa-se uma evolução quantitativa nas normas, nas estruturas, no cofinanciamento e na integração de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais, ainda que aquém do desejado do ponto de vista qualitativo. Apesar dos avanços, restam diversos desafios sobre a composição das equipes de trabalho, a participação de pessoas usuárias e de trabalhadores no controle social, a gestão do trabalho, a educação permanente, a complementaridade entre as entidades de assistência social e os órgãos do Poder Público, a integração com outras políticas públicas e, sobretudo, afirmar a assistência social como política pública, superando sua história de improvisos, assistencialismo e personalismo. Neste processo, a prática da psicologia como ciência e como profissão foi reconhecida e incorporada junto com outras profissões nas equipes de referência para a oferta de serviços e para a gestão da Política de Assistência Social. Isso redobra a responsabilidade de psicólogas (os) em pensar também a assistência social na psicologia, de modo a aprimorar contribuições da profissão e elaborar propostas para superar os desafios existentes nesta política pública.