Jornal do CRP / 06 / Direitos Humanos: Sociedade Organizada quer mudar a cara do Brasil
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Data
1994-11
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Resumo
Editorial
1995
O país ingressa em uma nova conjuntura. As eleições gerais recentes renovaram
forças políticas do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas e dos
governos estaduais e federal. É claro que, apesar da ampliação das forças
democráticas em diversas dessas esferas políticas, a permanência de representantes de
setores mais conservadores e retrógrados das elites brasileiras deve servir de referência
para o enfrentamento que se avizinha.
Dois aspectos são destacáveis desses resultados. No plano mais geral, a aliança
entre forças partidárias que têm projetos distintos para a sociedade brasileira não permite
prever resultados a curto prazo; nesse caso o mais razoável é recorrer ao antigo lema:
quem viver verá!
Por decorrência, é fundamental que as instituições e os setores democráticos procurem
extrair as consequências desejáveis da ampliação das forças democráticas acima referidas.
Consequências que contribuam para o robustecimento da democracia e para a construção
de um Estado que cumpra os seus desígnios de garantir os direitos individuais, promover
políticas sociais que retirem os brasileiros das condições degradantes de vida, criar
condições para o exercício da cidadania e defender a soberania nacional e a
autodeterminação dos povos. ( Continua na versão digital)
Descrição
Palavras-chave
Direitos Humanos, Mercado de trabalho, Congresso Nacional Constituinte da Psicologia, Testes Psicológicos, Carolina Martuscelli Bori (Carolina Bori), Pesquisa em Psicologia, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência ( SBPC), José Leon Crochik, Psicologia Experimental, Pedagogia, Avaliação de Testes Psicológicos, Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo, Comissão Teotônio Vilela, Violência Policial, Equipe multiprofissional, Saúde Mental, Hospitais psiquiátricos, Extinção de manicômios, Luta Antimanicomial, Álvaro Trujillo, Luiz Humberto Sivieri, Corporativismo