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Item 1ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia: Psicologia e Compromisso Social(2000-10) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaA Psicologia vem se instituindo na sociedade, como ciência e como profissão, sendo cada vez mais valorizada. Os psicólogos acumularam, por sua vez, reflexões sobre sua prática profissional e caminharam na direção de superar o elitismo presente na profissão, buscando sempre ampliar as possibilidades de acesso aos serviços psicológicos para uma parcela maior da sociedade (e por que não a toda a sociedade?). Assim, nestes anos, o conjunto de psicólogos decididos a enfrentar este desafio foi aumentando, mas foram construídos poucos espaços de articulação e debate entre eles. A Mostra de Práticas em Psicologia vem responder a esta necessidade de encontro e troca das experiências que são desenvolvidas pelos psicólogos no campo profissional. É uma realização dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia e o seu tema: Psicologia e Compromisso Social vem marcar este evento a partir da perspectiva da relação que a Psicologia, como profissão, tem mantido com a sociedade brasileira, tornando-se uma MOSTRA do empenho que os psicólogos têm tido para que a Psicologia seja uma profissão ao alcance de todos que dela necessitem.Item 1ª Muestra Nacional de Prácticas en Psicologia: Psicología y Compromisso Social(2000-10) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaA Psicologia vem se instituindo na sociedade, como ciência e como profissão, sendo cada vez mais valorizada. Os psicólogos acumularam, por sua vez, reflexões sobre sua prática profissional e caminharam na direção de superar o elitismo presente na profissão, buscando sempre ampliar as possibilidades de acesso aos serviços psicológicos para uma parcela maior da sociedade (e por que não a toda a sociedade?). Assim, nestes anos, o conjunto de psicólogos decididos a enfrentar este desafio foi aumentando, mas foram construídos poucos espaços de articulação e debate entre eles. A Mostra de Práticas em Psicologia vem responder a esta necessidade de encontro e troca das experiências que são desenvolvidas pelos psicólogos no campo profissional. É uma realização dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia e o seu tema: Psicologia e Compromisso Social vem marcar este evento a partir da perspectiva da relação que a Psicologia, como profissão, tem mantido com a sociedade brasileira, tornando-se uma MOSTRA do empenho que os psicólogos têm tido para que a Psicologia seja uma profissão ao alcance de todos que dela necessitem.Item 1º Seminário Nacional de Psicologia do Trabalho. Saúde do Trabalhador: olhares, escutas e ações. A Psicologia em Diálogo.(2004-05-28) Comissão de Psicologia do Trabalho e Organizacional do CRP-04; Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoApresentação e programação do seminário que trata da Saúde do Trabalhador e de Psicologia do Trabalho. o Conselho Federal de Psicologia, os regionais e a Comissão de Psicologia do Trabalho e Organizacional do CRP-04 promovem o 1° SNPT - Seminário Nacional de Psicologia do Trabalho. O objetivo é estabelecer o diálogo entre diferentes segmentos sociais, que participam das ações voltadas para a saúde do trabalhador. O evento, que terá participação de psicólogos, profissionais de diferentes áreas, gestores públicos, empresários e trabalhadores pretende discutir a presença ou as ausências de políticas nesse campo. A realização do SNPT - Seminário Nacional de Psicologia do Trabalho. visa estimular o intercâmbio de diferentes olhares e escutas, que possam sustentar as práticas do Psicólogo do Trabalho.Item Adolescência e Psicologia Concepções, práticas e reflexões críticas(2002-05) Conselho Federal de Psicologia; Coordenação Maria de Lourdes Jeffery ContiniO Conselho Federal de Psicologia, em parceria com o Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde/Área de Saúde do Adolescente e do Jovem, desenvolveu o projeto “Atualização dos psicólogos que atuam com adolescentes no Brasil”, tendo como objetivo construir reflexões críticas e ações integradas que pudessem propiciar transformações no pensar/fazer dos psicólogos, na sua prática cotidiana com os adolescentes. O projeto foi desenvolvido por um grupo de profissionais de Psicologia, que buscou confeccionar um material contendo reflexões e metodologias que possibilitasse discussões, por parte dos psicólogos, a respeito da sua atuação junto aos adolescentes brasileiros. Para cumprir com o objetivo proposto, buscamos, através deste trabalho, apontar as relações existentes entre adolescência, saúde, conhecimento psicológico e práticas psicológicas, dentro de uma contextualização histórico-social. Procuramos também, ao longo do trabalho, contemplar, nas nossas discussões, os preceitos da Lei nº 8069/90, que criou o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. Sabemos que essa Lei foi o resultado de uma luta muito ampla dos setores sociais organizados que buscaram criar um novo espaço político e jurídico para a criança e o adolescente brasileiros. O ECA vem substituir o Código de Menores, apontando para uma legislação que visa ao desenvolvimento integral das crianças e dos adolescentes. É a chamada “Doutrina de Proteção Integral”. A criança e o adolescente, nessa perspectiva de “Proteção Integral”, são considerados pessoas, cidadãos com direitos a serem garantidos pelo Estado, pela Sociedade e pela Família. Direito de serem educados, direito aos cuidados de saúde, direito de serem amados, direito ao lazer, direito de serem acolhidos, especialmente quando lhes faltam condições fundamentais para sobreviver. Parece-nos importante, no entanto, apontar que nessa nova configuração jurídica, os deveres também estão presentes, pois ao considerar dever de todos – família, sociedade e Estado – crianças e adolescentes são partes dessa sociedade e, portanto, submetidos também ao dever de garantir os direitos humanos e as liberdades individuais, especialmente os das próprias crianças e adolescentes.(Continua na versão digital)Item Ajude a Psicologia a mostrar sua cara. Participe da 1ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia(2000-10) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaConvite para participação da 1ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia o Conselho Federal de Psicologia, em nome dos 15 Conselhos Regionais, vem, através desta, divulgar a 1ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia, na certeza de ter, nesta entidade, uma aliada para o fortalecimento deste evento. A1- Mostra é um espaço aberto para a apresentação, troca e debate sobre a prática profissional da categoria dos psicólogos. Um evento pioneiro que pretende alcançar psicólogos, professores e estudantes de Psicologia e a sociedade em geral, colocando em exposição o exercício profissional. Seu tema, Psicologia e Compromisso Social, privilegia e orienta a Mostra a partir da perspectiva da relação que a profissão tem mantido com a sociedade brasileira, tornando-se uma mostra do empenho que os psicólogos têm tido para que a Psicologia seja uma profissão ao alcance de todos que dela necessitam.Item Ano da Avaliação Psicológica: Textos geradores(2011) Conselho Federal de PsicologiaOs Anos Temáticos vêm-se consolidando como momentos centrais para que a Psicologia discuta temas de importância para a profissão. Em 2006, debatemos nossa inserção na Saúde. Entre 2008 e 2009, discutimos nossa interface com a Educação. Entre 2009 e 2010, enfocamos a psicoterapia e, agora, entre 2011 e 2012, estamos propondo um debate sobre a avaliação psicológica, neste Ano da Avaliação Psicológica. Esperamos, com isso, mapear as necessidades para qualificação da área e discutir a adequação das ferramentas aos parâmetros éticos da profissão e aos contextos de uso. A decisão de realizar este ano temático foi da Assembleia das Políticas, da Administração e das Finanças (APAF), instância deliberativa do Sistema Conselhos de Psicologia que reúne todos os Conselhos Regionais e os Conselhos Federais. A expectativa é envolver a categoria, em todas as regiões do Brasil, em reflexão sobre a avaliação psicológica como um processo complexo, no qual os Direitos Humanos devem ser garantidos, bem como os princípios éticos e técnicos da profissão, sendo o objetivo final das atividades a qualificação dessa prática no Brasil. Os textos geradores que agora publicamos têm o intuito de contribuir com os debates que estão sendo realizados pelos Conselhos Regionais. Para facilitar a circulação de informações sobre as atividades, neste ano teremos um blog (http:// anotematico.cfp.org.br), alimentado pelo Sistema Conselhos, e no qual psicólogas e psicólogos poderão deixar comentários e questões. Desejamos a todos um bom trabalho! Humberto Verona Presidente do Conselho Federal de PsicologiaItem ANO DA FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA - 2018 - REVISÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA(2018-04) Conselho Federal de Psicologia; Associação Brasileira de Ensino de Psicologia ( ABEP); Federação Nacional dos Psicólogos (FENAPSI)A formação da(o) psicóloga(o) brasileira(o) tem sido alvo de debate e refl exão desde muito antes da regulamentação da profi ssão. E certamente esse debate estará sempre presente, na busca constante da qualifi cação teórico-metodológica, éti ca e técnica, e da atualização desse processo. Este documento tem como principal objeti vo dar conti nuidade a essa refl exão, iniciando um processo nacional de revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. A parti r de um breve levantamento histórico e da análise dos diferentes períodos que determinaram a discussão de referências para a formação, levantará os principais aspectos que, neste momento, parecem demandar novas contribuições ou reformulações.(Continua na versão digital)Item Ano da Psicologia na Educação - Textos Geradores(2008-08) Conselho Federal de PsicologiaA psicologia está presente na educação de diversas formas, seja como disciplina ou como conteúdo de disciplinas, sendo inspiradora de propostas de formação humana, bem como área de aplicação. Há, portanto, saberes e práticas psicológicas que têm sido relevantes para a formação dos seres humanos mediante as suas necessidades que emergem nos diferentes espaços educacionais. Diante disso, o Sistema Conselhos de Psicologia decidiu, na Assembléia das Políticas, da Administração e das Finanças (APAF) de dezembro de 2007, que o ano de 2008 será dedicado à Educação. Essa escolha surgiu da necessidade de enfatizar a importante contribuição da Psicologia, enquanto ciência e profissão, na luta pela consolidação de uma educação para todos, respaldada nos princípios do compromisso social, dos direitos humanos e do respeito à diversidade enquanto fundamento para uma efetiva inclusão social. A inserção dos psicólogos em diferentes espaços educacionais, a sua participação na construção das Políticas Públicas de Educação e de outras políticas intersetoriais, bem como a organização da categoria para atuar em movimentos de controle social, deve estar contemplada por esses princípios.(Continua na versão digital)Item ATUAÇÃO DA(O) PSICÓLOGA(O) NO CAMPO DA EXECUÇÃO PENAL NO BRASIL Relatório Descritivo(2019) Conselho Federal de PsicologiaO Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria os resultados da pesquisa realizada em 2018 pelo Grupo de Trabalho sobre Atuação da Psicologia no contexto do Sistema Prisional, produzido a partir da metodologia do Centro de Referência Técnica em Psicologias e Políticas Públicas (CREPOP), cuja análise dos dados qualitativos foi feita em parceria com a Universidade Católica de Brasília. Esta pesquisa, concluída em 2019, vem responder a uma das tarefas delegadas pela Assembleia de Políticas Administrativas e de Finanças (APAF) ao Grupo de Trabalho, que decidiu ampliar o público-alvo considerando também as(os) psicólogas(os) que atuam em outros órgãos ligados à execução penal (no judiciário, no Ministério Público e na Defensoria Pública), permitindo assim um conhecimento mais amplo e detalhado, a partir do qual poderão ser definidos parâmetros e diretrizes para a atuação mais crítica e reflexiva da categoria e, portanto, mais qualificadaItem Avaliação Psicológica para manuseio de arma de fogo(2022) Conselho Federal de PsicologiaOrientações sobre o exercício profissional na Avaliação Psicológica para manuseio de arma de fogo, conforme Resolução CFP nº 01, de 21 de janeiro de 2022 e Instrução Normativa nº 78, de 10 de fevereiro de 2014, da Polícia Federal ou outra em vigência. A Avaliação Psicológica para manuseio de arma de fogo tem como objetivo subsidiar decisões acerca de características psicológicas do indivíduo, em comparação a um perfil estabelecido. Como critério exigido para obter o direito ao manuseio de arma de fogo no Brasil, a avaliação psicológica é um fator primordial para se evitar que pessoas que não reúnem as características psíquicas e cognitivas tenham acesso à arma de fogo, um instrumento que pode ser tão letal à vida humana. Isso reúne a necessidade de adequados investimentos técnicos na área.Item Avaliação Psicológica: Diretrizes na Regulamentação da Profissão(2010) Conselho Federal de PsicologiaO Conselho Federal de Psicologia instituiu em 2003 o Sistema de Avaliação dos Testes Psicológicos (Satepsi) como uma de suas ações permanentes para qualificar os métodos e as técnicas empregados no processo de avaliação psicológica. Nesse processo reuniu um conjunto de profissionais da área que contribuíram com produções teóricas e metodológicas sobre essa prática privativa do psicólogo brasileiro. A Resolução CFP nº 002/2003, produto dos trabalhos da Comissão instaurada no período de 2002 a 2004, orientou as ações desenvolvidas na gestão de 2005 a 2007 e 2008 a 2010. Foi um marco no avanço da qualidade dos instrumentos utilizados na avaliação psicológica, bem como na construção de políticas comprometidas com o rigor científico e ético. Ao longo desses anos, os especialistas da área, membros da Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica do Conselho Federal de Psicologia e consultores ad hoc estabeleceram interlocuções com profissionais que realizam avaliação psicológica em diversos contextos, os quais lhes possibilitaram acumular conhecimentos sobre seus instrumentos, com destaque para os testes psicológicos. A publicação deste documento expressa mais um dos investimentos assumidos pela categoria de psicólogos e reafirma o compromisso da Psicologia em garantir que os direitos humanos sejam respeitados. Humberto Verona Presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP)Item O benefício de prestação continuada e o portador de transtorno mental(2007) Conselho Federal de PsicologiaAs pessoas que sofrem de alguma doença mental podem estar, por esse motivo, impedidas de trabalhar. Essa incapacidade para o trabalho pode ser temporária ou permanente, a depender do problema enfrentado. Caso a pessoa seja muito pobre (renda inferior a ¼ do salário mínimo), tem o direito a receber um salário mínimo mensal da União. Esse benefício, previsto pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), é chamado de “benefício de prestação continuada”Item Caderno de Deliberações do 10º CNP(2019) Conselho Federal de PsicologiaO Congresso Nacional da Psicologia (CNP) é a instância máxima de deliberação do Sistema Conselhos de Psicologia. No CNP são definidas as diretrizes e ações políticas que devem ser priorizadas para o triênio subsequente, ou seja, para a próxima gestão dos Conselhos Regionais e Federal de Psicologia. Ele ocorre a cada três anos e é fruto de um amplo processo democrático, em que todas(os) as(os) psicólogas(os) podem contribuir para o projeto coletivo da profissão. Assim, o CNP tem o papel de promover a organização e a mobilização das(os) psicólogas(os) do país, possibilitando a definição da contribuição do Sistema Conselhos para o desenvolvimento da Psicologia como Ciência e Profissão. Ele também define as políticas nacionais a serem implementadas pelos Conselhos de Psicologia na próxima gestão. E busca garantir o espaço de articulação para composição, inscrição e apresentação de chapas que concorrerão aos mandatos dos Conselhos Regionais e Federal de Psicologia no triênio subsequenteItem Caderno de Deliberações do IX CNP(2016) Conselho Federal de PsicologiaRealizado a cada três anos, desde 1994, o Congresso Nacional de Psicologia (CNP) é a instância máxima de deliberação do Sistema Conselhos de Psicologia. Por meio de um amplo processo democrático, psicólogas (os) de todo o país são convidados a pensar num planejamento coletivo para a profissão, definindo as diretrizes que devem nortear a atuação do Sistema Conselhos e Psicologia para o triênio subsequente. A partir do tema principal – Psicologia, no cotidiano, por uma sociedade mais democrática e igualitária – as discussões do 9º Congresso Nacional de Psicologia se dividiram em três eixos: 1) Organização democrática do Sistema Conselhos e aperfeiçoamento das estratégias de diálogo com a categoria e sociedade; 2) Contribuições éticas, políticas e técnicas ao processo democrático e de garantia de direitos; e 3) Ampliação e qualificação do exercício profissional no Estado de garantia de direitos.Item Caderno de Programação da 2ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia(2012-09) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaPSICÓLOGAS E PSICÓLOGOS, ESTUDANTES E DEMAIS PARTICIPANTES DA 2ª MOSTRA NACIONAL DE PRÁTICAS EM PSICOLOGIA SEJAM TODOS MUITO BEM-VINDOS! É com grande alegria que apresentamos a todos a 2ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia, evento que marca de maneira especial a comemoração dos 50 anos de regulamentação da profissão. Nestes 50 anos, muitas foram as conquistas, avanços democráticos, ações e inserções da profissão em diversos setores da sociedade. Somos grandes! 216 mil profissionais cadastrados no Brasil, mais de 50 mil profissionais atuando no conjunto das políticas públicas, a exemplo do Sistema Único de Saúde, do Sistema Único de Assistência Social, educação, justiça, segurança públicas. São conquistas que se acentuaram nos doze anos que nos separam da realização da 1ª Mostra. Naquele momento, ano 2000, como evento inédito na Psicologia, a 1ª Mostra representou a possibilidade de expressão da prática profissional, aquela prática cotidiana, que recolhe da Psicologia o que ela tem de melhor e inova constantemente, para enfrentar o desafio de colocar a profissão a serviço da sociedade brasileira. Esta 2ª Mostra é novamente a possibilidade de expressão dessa prática profissional comprometida com a realidade brasileira. E ela se apresenta pujante, vigorosa. Podemos dizer que o universo da atividade psicológica se reúne nesta mostra. Durante estes três dias, vocês irão se deparar com um cenário virtuoso, que mostra uma profissão madura e fortalecida. Temos certeza de que este será um momento muito rico de intercâmbio de práticas profissionais diversificadas, que vão aproximar ainda mais a psicologia e a sociedade. Na organização do evento, tudo foi pensado para que vocês, psicólogas, psicólogos e estudantes, que são partes fundamentais do sucesso expressivo desta 2ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia, participem e aproveitem ao máximo da riqueza do encontro desta profissão que é grande, diversificada e bonita! Psicólogos e psicólogas do Brasil inteiro estão ligados na 2ª Mostra, mas ela é só o começo das atividades que envolvem os 50 anos da psicologia. Para celebrar os avanços na categoria, o Sistema Conselhos de Psicologia elaborou uma agenda com diversas ações até julho de 2013. A agenda do cinquentenário inclui o lançamento de edições especiais dos 50 anos do Jornal do Federal e da Revista Ciência e Profissão, da coleção CREPOP de referências técnicas – 50 anos da psicologia, a realização do Prêmio Monográfico César Ades: Desafios para o Futuro da Profissão, o Festival do Minuto PSI, uma audiência pública no Senado Federal sobre ética e prática profissional: diversidade sexual e direitos humanos, entre outras atividades. Como podem ver, 2012 reflete, destacadamente, a agenda afirmativa do compromisso social da psicologia com a sociedade. E é preciso seguir em frente, pois ainda resta muito trabalho a fazer. Por todos esses contextos, a celebração merece este grande momento de emoção e reconhecimento. É com este espírito que a psicologia brasileira não apenas comemora este cinquentenário, mas se compromete publicamente a ampliar sua trajetória pela defesa da cidadania, dos direitos humanos e da democracia em prol do bem comum. Como diz o lema dos 50 anos, temos muito a comemorar, muito mais a fazer. Humberto C. Verona – presidente do CFP Carla Biancha Angelucci – presidente do CRP/SP Fernanda Magano – presidente da FENAPSIItem CARTA DE SERVIÇÕES SOBRE ESTÁGIOS E SERVIÇOS-ESCOLA(2013-09) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de Psicologia; Associação Brasileira de Ensino de Psicologia ( ABEP)Este documento tem o objetivo de oferecer referências sobre a formação e o exercício profissional aos coordenadores, professores, orientadores e supervisores de estágio, e também aos estudantes e comunidade. Discutir a qualidade técnica dos estágios e da formação de nossos profissionais, em especial, com a presença de novos atores, significa romper com a lógica legal e tradicional preestabelecida no Brasil. Isso porque há papeis claramente distintos e exercidos pelas diversas instituições no país: a Academia, submetida às normas emitidas pelo Ministério da Educação, responsável pela formação e os Conselhos Profissionais, pela orientação e fiscalização do exercício profissional. É simples perceber o quanto a formação pode influenciar no exercício profissional, mas qual seria a responsabilidade dos Conselhos Profissionais na formação? Como essa relação deve ser estabelecida? Até onde e como os Conselhos Profissionais podem participar da formação? O estágio é a etapa inicial do exercício profissional com supervisão, é a oportunidade do aprendizado na prática, é, portanto, o principal elo do exercício profissional com a formação. Assim, tanto a instituição formadora quanto o órgão regulador do exercício profissional são igualmente responsáveis pelo continuum entre a formação e o exercício profissional. Importante lembrar que cabe, também, aos órgãos profissionais, medidas para a garantia da oferta de serviço profissional de qualidade à população. Diante disso, o Conselho Federal e Regionais de Psicologia não se furtam à atribuição de regulamentar normas para o estágio, reconhecendo a responsabilidade da(o) psicóloga(o) supervisora (or) pela aplicação adequada dos métodos e das técnicas psicológicos, pelo respeito à ética profissional e pelo serviço de qualidade à população. Assim, este documento reúne a principal legislação federal sobre estágios e regulamentação profissional e ética em Psicologia. Aqui está reunida a compilação de documentos de orientações, anteriormente produzida por CFP, CRP-SP e Abep, agora ampliada e detalhada em sua redação e aplicação ( Continua na versão digital)Item CARTILHA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA(2022) Conselho Federal de PsicologiaO Conselho Federal de Psicologia (CFP), autarquia de direito público, tem como uma de suas atribuições “orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de Psicólogo”, conforme Lei nº 5.766/1971. Cabe ao CFP proporcionar informações de natureza ética, teórica e metodológica sobre a avaliação psicológica com vistas ao aprimoramento da qualidade dos serviços psicológicos oferecidos à sociedade brasileira. Atentos ao caráter democrático da Psicologia, o CFP tradicionalmente consulta as entidades que se relacionam com a área, tais como o Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica (IBAP) e a Associação Brasileira de Rorschach e Métodos Projetivos (ASBRo) sobre as demandas da área. Esse processo não é recente e se pode dizer que a primeira conquista desse movimento foi a criação do Sistema de Avaliação dos Testes Psicológicos (Satepsi), em 2003. Concomitante à criação do Satepsi, a cada nova gestão do CFP é instituída uma Comissão Consultiva de Avaliação Psicológica (CCAP), cuja função é discutir e propor diretrizes, normas e resoluções no âmbito da avaliação psicológica, além de conduzir o processo de avaliação dos testes psicológicos submetidos ao Satepsi (Resolução CFP nº 17/2019). Desde então, diversas foram as ações do CFP na qualificação da área de avaliação psicológica, conforme pode ser observado na Linha do Tempo do SatepsiItem CARTILHA DE BOAS PRÁTICAS PARA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA EM CONTEXTOS DE PANDEMIA(2020) Conselho Federal de PsicologiaA Psicologia, como ciência e profissão, envida esforços para compreender o ser humano em sua dinamicidade, sendo esta permeada por constantes transformações sociais as quais este é submetido ao longo de sua vida. O momento que a humanidade atravessa com a pandemia da Covid 19 é um desses contextos que desafiam governos, pesquisadores, profissionais e a própria sociedade, exigindo resiliência e simultaneamente criatividade para minimizar os impactos negativos do isolamento social, dos sofrimentos físico e mental, das desigualdades sociais e da crise econômica. Nessa empreitada, a Psicologia tem sido cotidianamente desafiada a rever suas práticas e adequar seus processos, sem que haja prejuízos éticos e de qualidade do serviço ofertado à população, dentre eles a Avaliação Psicológica (AP).Item Cartilha Psicologia e Serviço Social na Educação Básica: Lei 13.935(2019) Conselho Federal de PsicologiaOs últimos três anos marcaram importantes conquistas na luta da Psicologia e do Serviço Social por uma educação pública de qualidade, inclusiva e emancipadora. Com a aprovação da Lei nº 13.935/2019, toda a rede pública de educação básica no país deve contar, agora, com a presença de psicólogas, psicólogos e assistentes sociais em suas equipes multiprofissionais – uma importante ferramenta para a consolidação de um ensino público inclusivo, de qualidade e garantidor de direitos.Item CARTILHA SISTEMA DE CADASTRO DE SITES / Serviços psicológicos online: nova ferramenta de cadastro(2012) Conselho Federal de PsicologiaO Conselho Federal de Psicologia editou a Resolução CFP n°12/2005 para regulamentar o atendimento psicoterapêutico e outros serviços psicológicos mediados por computador. Os sites autorizados a prestarem esses serviços, recebiam um certificado eletrônico, na forma de selo. No entanto, o Conselho Federal de Psicologia editou nova normativa: a Resolução CFP n° 11/2012 que regulamenta os serviços psicológicos realizados por meios tecnológicos de comunicação à distância, o atendimento psicoterapêutico em caráter experimental e revoga a Resolução CFP N.º 12/2005. Desde então, o Sistema Conselhos de Psicologia disponibiliza o Sistema de Cadastro de Sites para receber e avaliar as solicitações dos sites interessados em prestar os serviços descritos na Resolução CFP n° 11/2012. Aos sites aprovados, o sistema emite um e-mail contendo o script que irá gerar a imagem dinâmica em formato flash no site. Esta imagem contém informações referentes ao cadastro do site (protocolo e validade).