DIREITOS HUMANOS
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Navegando DIREITOS HUMANOS por Autor "CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃO"
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Item Confluências negras: potência e políticas no Sistema Conselhos(2025-11-25) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOPodcast do CRP SP reforça compromisso antirracista no Dia Nacional da Consciência Negra No Dia Nacional da Consciência Negra, o Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) lança um novo episódio de podcast, o primeiro a ser produzido pelo XVIII Plenário. O episódio marca um momento histórico ao apresentar pela primeira vez uma diretoria formada majoritariamente por pessoas negras. Participam da conversa a conselheira presidenta do CRP SP, Valéria Campinas Braunstein (CRP 06/31093), a conselheira secretária Fabiana Macena Luiz (CRP 06/148611) e o conselheiro tesoureiro Genildo Gomes de Sousa (CRP 06/159297). Como convidada especial, está presente Ivani de Oliveira (CRP 06/121139), presidenta eleita do Conselho Federal de Psicologia para a gestão 2025-2028. O episódio aborda a importância da representatividade negra na Psicologia e reforça o compromisso da categoria com a construção de uma Psicologia antirracista, capaz de reconhecer e enfrentar as desigualdades e o racismo estrutural na sociedade. Além disso, destaca o significado do Dia da Consciência Negra, trazendo reflexões sobre as lutas históricas e contemporâneas da população negra, e o papel da Psicologia na promoção de justiça social e inclusão. Disponível nas plataformas Spotify e no canal oficial do CRP SP no YouTube, o episódio convida o público a acompanhar e engajar-se nesses debates essenciais para a construção de uma Psicologia plural e transformadora. O lançamento deste episódio de podcast demonstra o compromisso da atual gestão do CRP SP com a promoção da equidade racial e a valorização da diversidade no exercício profissional da Psicologia, fortalecendo o papel do Conselho na defesa dos Direitos Humanos e da cidadania para todas as pessoas.Item II PRÊMIO Jonathas Salathiel de Psicologia e Relações Raciais(2022) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOContinuidade, resistência, construção cotidiana. Essas palavras caracterizam tanto a organização do II Prêmio Jonathas Salathiel de Psicologia e Relações Raciais como também a atuação do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) em 2021. Ao promover um espaço de reconhecimento, debate e acolhida, a instituição também busca combater o racismo estrutural que ainda se faz tão presente nas diferentes esferas da sociedade. O primeiro agradecimento é direcionado a Jonathas José Salathiel da Silva. O homenageado deste prêmio destacou-se por ter sido um psicólogo, colaborador e conselheiro do CRP SP dedicado à luta contra a discriminação racial e aos estudos sobre os efeitos do racismo na saúde mental da população negra. Falecido em 2015, foi idealizador do caderno temático n.º 14 “Contra o genocídio da população negra: subsídios técnicos e teóricos para a Psicologia”, implementou oficinas internas sobre racismo institucional e mostrou a centralidade da questão racial para a construção de uma sociedade melhor.Item III Edição Prêmio Jonathas Salathiel - Memórias e resistência(2024) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOO Conselho Regional de Psicologia de São Paulo convida psicólogas/os, estudantes de Psicologia e coletivos e movimentos sociais a participar do III Prêmio Jonathas Salathiel de Psicologia e Relações Raciais, a ser realizado entre novembro de 2024 e agosto de 2025. O psicólogo Jonathas José Salathiel da Silva (1974-2015) se tornou conhecido por sua atuação marcante na área de saúde pública e pela militância em movimentos populares dedicados ao enfrentamento da discriminação racial. No Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, Jonathas se destacou com a implementação de oficinas internas sobre racismo institucional, além de haver atuado para a criação do Núcleo de Relações Raciais do CRP SP, precursor da Comissão Especial Relações Étnico-Raciais (Crer).Item IX Prêmio Arthur Bispo do Rosário (Exposição)(2025) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOO sergipano Arthur Bispo do Rosário (1911-1989) foi internado no dia 25 de janeiro de 1939 na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Viveu cinco décadas trancafiado. Negro, solteiro, de naturalidade desconhecida, sem parentes, sem profissão e com antecedentes criminais, foi diagnosticado com esquizofrenia paranóide. Na Colônia, produzia mantos e estandartes, bordados e miniaturas recobertos por fio azul, que obtinha desfiando o uniforme usado pelas pessoas institucionalizadas. No início dos anos 60, morou isolado no sótão e desenvolveu grande parte de sua produção. Durante os 25 anos ininterruptos que passou sem sair do manicômio, produziu 804 obras. Considerado um artista de vanguarda, criador de objetos tridimensionais e precursor do que viria se chamar instalação, suas obras já foram expostas em grandes museus do Brasil e do mundo.* O IX Prêmio Arthur Bispo do Rosário visa a homenagear esse artista que, mesmo em condições adversas, tornou-se referência para o mundo das artes. *Esse texto foi baseado na reportagem de Hebert Carvalho - "Nos limites do poder criativo", da revista Problemas Brasileiros, nov/dez 2011.Item Live - "Saúde sexual e prazer na comunidade LGBTQIA+"(2020) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOMês do orgulho LGBTQIA+. Discussão com as/os psicólogas/os e demais profissionais a sobre saúde sexual, afetividade e prazer nos relacionamentos e na experiência da comunidade LGBTQIA+. Mediadora: Sulamita Assunção - Psicóloga, sapatão, geminiana, mestra em Ciências Sociais pela PUC-SP, conselheira do CRP - Conselho Regional de Psicologia. Atua na área social com a juventude. Pesquisa e participação em grupos de mulheres e lésbicas na periferia de São Paulo. Participantes: Larissa Darc - Jornalista, escritora e autora dos livros "Vem cá: vamos conversar sobre a saúde sexual de lésbicas e bissexuais" e "Tálamo" e co-autora do “Mestres da Reportagem III”. Colaborou com a Agência Mural de Jornalismo das Periferias, Ponte Jornalismo e Nova Escola. Fe Maidel - Psicóloga, comunicadora, artista plástica, ativista trans. Conselheira no CMPM do município de São Paulo, diretora de empregabilidade e qualidade na CCLGBT, Secretaria Municipal de Diversidade do partido Cidadania. Remom Matheus Bortolozzi - Doutorando no Programa de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná (2010), mestrado em Educação pela Universidade de Brasília (2014) e especialização em Gênero e Sexualidade pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2016). Tem experiência na área de Psicologia, Sexualidade, Estudos LGBT e Educação, com ênfase em Psicologia Social, atuando principalmente nos seguintes temas: transformismo, historia e memória LGBT, cultura LGBT brasileira, psicologia histórico- cultural, trabalho infantil, psicologia e políticas públicas, consciência social e arte.Item NÃO HÁ CURA PARA QUEM NÃO ESTÁ DOENTE(2025) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOCAMPANHA DO CRP SP CONTRA A PATOLOGIZAÇÃO DA HOMOSSEXUALDIDADEItem Podcast CRP SP de Portas Abertas debate drogas, Luta Antimanicolonial e antiproibicionismo.(2026-07-19) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOO Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) lança o episódio “Drogas, Luta Antimanicolonial e Antiproibicionismo” do podcast CRP SP de Portas Abertas. Já disponível no canal do CRP SP no YouTube e no Spotify, o episódio apresenta um debate sobre o estigma historicamente construído em torno da/do usuária/o de drogas, a lógica manicomial que sustenta as comunidades terapêuticas, a ausência de evidências científicas sobre sua efetividade e a urgência de Políticas Públicas de cuidado em liberdade, de base territorial e comunitária. A redução de danos é apresentada como estratégia central e politicamente comprometida com os Direitos Humanos. A mediação do episódio é de Astro Rafael Feraci de Almeida, psicólogo (CRP 06/199787), redutor de danos, pesquisador e colaborador da Comissão de Orientação e Fiscalização da Subsede Alto Tietê do CRP SP. O debate reúne, ainda, três convidados com trajetórias distintas e complementares. Eduardo Dias Real, membro do Movimento Nacional de Vítimas de Comunidades Terapêuticas e mestrando na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, traz o relato de quem vivenciou 13 internações em comunidades terapêuticas e hoje transforma essa experiência em militância e pesquisa. Annie Louise Saboya Prado, conhecida como Gigi, psicóloga (CRP 06/86192), redutora de danos e conselheira do Conselho Federal de Psicologia, articula a luta antimanicomial às Políticas Públicas de saúde mental e drogas. Juliana Vicente de Freitas, psicóloga (CRP 06/129400) e membra do GP Div3rso da Unvesidade Federal de São Paulo (Unifesp), contribui com sua pesquisa em redução de danos e feminismo negro, evidenciando como raça, gênero e uso de substâncias se entrecruzam.Item POLÍTICAS PÚBLICAS E DIREITOS DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES(2023) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOCELEBRAÇÃO DOS 33 ANOS DO ECA (ESTATUTO DA CRIANÇA E ADOLESCENTE)Item Práticas para uma psicologia antirracista(2025-06) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOÉ com imensa satisfação que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta a segunda edição do Prêmio Profissional Virgínia Bicudo: Práticas para uma Psicologia Antirracista. O objetivo deste é identificar, valorizar, bem como divulgar estudos e ações de psicólogas, psicólogos, coletivos e grupos, cujas práticas envolvam a Psicologia e as Relações Étnico-Raciais, que estejam fundamentadas nos direitos humanos e tenham impacto na redução das desigualdades sociais. Nesta edição, foram inscritos trabalhos inéditos apresentados sob a forma de artigo técnico ou relatos de práticas, embasados na ciência psicológica a partir das categorias: “Experiências Individuais” e “Experiências Coletivas”. A categoria “Experiências Individuais” foi dedicada à análise de trabalhos e ações promovidas por psicólogas(os) que desenvolvem práticas antirracistas. Já a categoria “Experiências Coletivas” foi destinada à participação de grupos, coletivos e organizações que desenvolvem práticas antirracistas no âmbito da Psicologia. As temáticas são referentes aos seguintes eixos orientadores: Raças e Identidade Étnico-Racial; Violência, Morte e Luto; Modos de resistência antirracista: antimanicomial, cultural e religiosa; Interseccionalidades; Geracional: racismo na infância, juventude e envelhecimento. A Comissão Avaliadora selecionou dez trabalhos de notável relevância, sendo seis premiados e quatro agraciados com menção honrosa, que serão apresentados detalhadamente nesta edição. Essa seleção se fundamenta na solidez de um compromisso que se renova e com a profunda convicção na potência transformadora da Psicologia, não sendo apenas um reconhecimento, mas um pilar inegociável de nossa atuação no enfrentamento sistêmico do racismo, na promoção irrestrita da saúde mental e na defesa intransigente dos direitos humanos, pilares essenciais para a construção de uma sociedade igualitária e justa.Item Seminário Psicologia e execução penal desafios e estratégias para a garantia de direitos e a promoção da saúde(2026-07-26) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃOO seminário tem como objetivo promover reflexões sobre a atuação da Psicologia no campo da execução penal, considerando os desafios e as possibilidades do atendimento a pessoas presas, egressas, em medida de segurança e seus familiares. A programação reunirá especialistas, representantes do sistema de justiça, pesquisadoras/es e integrantes da sociedade civil para discutir as interseções entre Psicologia, direitos humanos e políticas públicas, além de estratégias para fortalecer práticas profissionais baseadas na ética e na garantia de direitos no sistema prisional. O CRP SP reforça que debater a atuação da Psicologia junto ao sistema penal é fundamental para o enfrentamento das violações de direitos e para a construção de práticas comprometidas com a dignidade humana.