IMAGEM
URI Permanente desta comunidadehttps://cedoc.crpsp.org.br/handle/1/51
Navegar
Navegando IMAGEM por Autor "Conselho Federal de Psicologia"
Agora exibindo 1 - 17 de 17
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Item 18 De maio - Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes: Esquecer é permitir, Lembrar é combater(2009-05-18) Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoNão guarde a dor, rompa com o silêncio.Item Brasil, uma nação que envelhece: O lugar do idoso na sociedade e os desafios para a Psicologia.(2007) Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoO objetivo do Prêmio Monográfico Paulo da Silveira Rosas - Brasil, nação que envelhece: O lugar do idoso na sociedade e os desafios para a Psicologia, tem como objetivo estimular os estudantes e profissionais de Psicologia a produção científica a respeito da relação entre a Psicologia e o envelhecimento.Item DIA NACIONAL DA LUTA ANTIMANICOMIAL: Saúde Mental se garante com cuidado em liberdade: pela efetivação da Reforma Psiquiátrica no Brasil.(2009-05-18) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaDIA NACIONAL DA LUTA ANTIMANICOMIALItem Encontro Nacional - 20 anos de luta por uma sociedade sem manicômios.(2007-12-06) Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoUm desafio radicalmente novo se coloca agora para o Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental. Ao ocuparmos as ruas de Bauru, na primeira manifestação pública organizada no Brasil pela extinção dos manicômios, os 350 trabalhadores de saúde mental presentes ao II Congresso Nacional dão um passo adiante na história do Movimento, marcando um novo momento na luta contra a exclusão e a discriminação. Nossa atitude marca uma ruptura. Ao recusarmos o papel de agente da exclusão e da violência institucionalizadas, que desrespeitam os mínimos direitos da pessoa humana, inauguramos um novo compromisso. Temos claro que não basta racionalizar e modernizar os serviços nos quais trabalhamos. O Estado que gerencia tais serviços é o mesmo que impõe e sustenta os mecanismos de exploração e de produção social da loucura e da violência. O compromisso estabelecido pela luta antimanicomial impõe uma aliança com o movimento popular e a classe trabalhadora organizada. O manicômio é expressão de uma estrutura, presente nos diversos mecanismos de opressão desse tipo de sociedade. A opressão nas fábricas, nas instituições de adolescentes, nos cárceres, a discriminação contra negros, homossexuais, índios, mulheres. Lutar pelos direitos de cidadania dos doentes mentais significa incorporar-se à luta de todos os trabalhadores por seus direitos mínimos à saúde, justiça e melhores condições de vida. Organizado em vários estados, o Movimento caminha agora para uma articulação nacional. Tal articulação buscará dar conta da Organização dos Trabalhadores em Saúde Mental, aliados efetiva e sistematicamente ao movimento popular e sindical. Contra a mercantilização da doença! Contra a mercantilização da doença; contra uma reforma sanitária privatizante e autoritária; por uma reforma sanitária democrática e popular; pela reforma agrária e urbana; pela organização livre e independente dos trabalhadores; pelo direito à sindicalização dos serviços públicos; pelo Dia Nacional de Luta Antimanicomial em 1988! Por uma sociedade sem manicômios! Bauru, dezembro de 1987 - II Congresso Nacional de Trabalhadores em Saúde Mental.Item ENCONTRO NACIONAL EM SAÚDE MENTAL A Reforma Psiquiátrica que queremos: Por uma Clínica Antimanicomial!(2006-07) Conselho Federal de Psicologia; Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial; Conselho Regional de Psicologia 4ª Região; Fórum Mineiro de Saúde MentalEncontro Nacional de Saúde Mental Do dia 13 a 16 de julho, em Belo Horizonte, acontecerá o Encontro Nacional de Saúde Mental "A Reforma Psiquiátrica que queremos: por uma clínica antimanicomial!". A proposta do evento é discutir temas e conceitos indispensáveis à "clínica antimanicomial"; os serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico, onde esta clínica deve operar; as políticas públicas que devem assegurar o acesso aos serviços substitutivos; e o trabalhador como protagonista desta clínica. O formato do encontro prevê a realização de conferências, mesas eixo, mesas simultâneas, oficinas, relatos de experiências relevantes em serviços substitutivos, feira de produção antimanicomial e atividades culturais. Elisa Zaneratto, profa. do departamento de Psicologia Social da PUC SP e conselheira tesoureira do CRP SP, faz parte da comissão organizadora. O encontro tem como público alvo os trabalhadores dos serviços substitutivos, além dos docentes e pesquisadores da área.Item Entidades da Psicologia contra a redução da maioridade penal(2007) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaSe não vejo na criança, uma criança, é porque alguém a violentou antes; e o que vejo é o que sobrou de tudo o que lhe foi tirado. (Herbert de Souza, Betinho).Item II SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE SISTEMA PRISIONAL: QUESTIONAMENTO AO MODELO E DESAFIO AOS DIREITOS HUMANOS(2008-11-12) Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoDe 12 a 14 de novembro, no Rio de Janeiro, acontece o II Seminário Nacional do Sistema Prisional - Questionamento ao modelo e desafio aos direitos humanos, realizado pelo Conselho Federal de Psicologia. A presidente do CRPRS, Ivarlete Guimarães de França, irá coordenar a mesa Estado penal e funções do cárcere na contemporaneidade: produção de subjetividade e de criminalidade. O CRPRS estará representado também pela psicóloga fiscal Lucia Cogo, pela psicóloga Viviane Pickering, do GT Sistema Prisional, e pelo conselheiro e psicólogo Pedro Pacheco, que participará do painel Cenários e desafios da práxis psicológica no sistema prisional: ética e compromisso social.Item Manicômio judiciário: pior, o pior do hospício da prisão , da violência, da exclusão(2008) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaUma campanha das Comissões de Direitos Humanos dos Conselhos de Psicologia.Item Nenhuma forma de violência vale a pena(2008) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaOs psicólogos do Brasil lutam pelo fim da violência nos locais de isolamento, nas instituições, na intolerância à diversidade cultural, sexual e racial e contra a violência e criminalização dos movimentos sociais. Campanha das Comissões de Direitos Humanos do Sistema Conselhos de Psicologia.Item Prêmio Monográfico Pedro Parafita Bessa - SUBJETIVIDADE, ENCARCERAMENTO E SISTEMA PRISIONAL: DESAFIOS PARA PSICOLOGIA(2005) Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoPrêmio Monográfico Pedro Parafita Bessa, organizado em 2005 para categorias Psicólogo e estudante.Item PROTEÇÃO, CUIDADO, EXCLUSÃO, SOFRIMENTO: EM NOME DA PROTEÇÃO E DO CUIDADO, QUE FORMAS DE SOFRIMENTO E EXCLUSÃO TEMOS PRODUZIDO? - Campanha Nacional de Direitos Humanos(2012) Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoEm nome da proteção e do cuidado, que formas de sofrimento e exclusão temos produzido? será o tema da campanha, que tem como objetivo fazer com que a sociedade reflita sobre as formas veladas e sutis de violações que gera em nome da proteção e do cuidado.Item PSICOLOGIA E DIVERSIDADE SEXUAL: Desafios para uma sociedade de direitos(2010-06-17) Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoSeminário nacional 17 a 19 de junho de 2010 em Brasília.Item O que é feito para excluir, não pode incluir(2005) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaO tema "O que foi feito para excluir não pode incluir" aborda a exclusão nas esferas do sistema prisional, socioeducativos e abrigos Instituições que perpetuam a prática da exclusão social e da violência são objeto de uma campanha nacional organizada pela Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia, em conjunto com as Comissões de Direitos Humanos dos Conselhos Regionais. A Psicologia inicia uma jornada para provocar a adoção de medidas e programas voltados para os Direitos Humanos e que questionem a idéia do encarceramento, um sistema que, em vez de recuperar o indivíduo, rouba-lhe a identidade. A violência crescente nas Febens, nas unidades do sistema prisional e mesmo em alguns abrigos para idosos ou pessoas portadoras de deficiência comprova a falência das práticas de privação de liberdade vigentes.Item Romper a incabível prisão. 18 de maio, dia nacional da luta antimanicomial.(2004-05-18) Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoDia 18 de maio é a data nacional da luta contra os manicômios. É o dia de bradar aos quatro ventos que a loucura pode e deve ter o seu lugar no mundo, que as subjetividades individuais contribuem na construção do todo social e que a aceitação das diferenças, sejam elas de que níveis forem, faz parte do ideal de democracia e da esperança de um outro mundo possível. Dia 18 de maio é dia de reafirmar o compromisso com a causa antimanicomial, é o dia de reafirmar que não queremos mais hospícios em nosso país, já que esta é uma instituição retrógrada e ultrapassada, que não deve encontrar mais espaço nem respaldo em nossa realidade. O movimento em prol da reforma psiquiátrica já alcançou algumas vitórias no Brasil. Já desospitalizou internos e reduziu o número de leitos em hospitais psiquiátricos. Mas há muito o que se fazer ainda. Dia Nacional da Luta Antimanicomial é dia de lembrar que quase 60 mil pessoas continuam presas em algum hospício brasileiro e que isto é inaceitável! Que muitos continuam morrendo nestes lugares e que este não é um destino justo. A esperança que mobilizou tantos brasileiros inclui o sonho de liberdade acalentado por tantos, há tantos anos. O Brasil de todos também precisa ser o Brasil dos portadores de sofrimento mental. A Lei 10.216 precisa ser transformada em realidade. Do mesmo modo que o mundo aprendeu a conviver com os hansenianos, com os tuberculosos, cuja história relata episódios de rechaçamento social, agora é a vez da loucura encontrar seu lugar no mundo, e não mais no isolamento, que pode gerar ainda mais loucura, pois o homem, esteja ele em que condições esteja, é e sempre será um ser social. No próximo dia 18 de maio, dê um grito pela liberdade…e, assim, como nos diz a canção, “seja lá como for, vai ter fim a infinita aflição. E o mundo vai ver uma flor brotar do impossível chão”. FONTE: www.midiaindependente.org/pt/blue/2004/05/280596.shtml.Item Seminário envelhecimento e subjetividade: desafios para uma cultura de compromisso social.(2008-11-21) Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoEste seminário discute o extraordinário fenômeno da longevidade e o aumento progressivo da população idosa trouxeram desafios que convertem o envelhecimento em tema urgente e dominante neste século XXI.Item Seminário Subjetividade e os Povos Indígenas(2004-10) Conselho Federal de Psicologia; Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª RegiãoO seminário "Subjetividade e os Povos Indígenas" acontece em Luziânia, Goiás, a partir de hoje, dia 5, e, até domingo, colocará em contato indígenas representantes de povos de todas as regiões do país, psicólogos e psicólogas dos diversos Conselhos Regionais de Psicologia, do Conselho Federal de Psicologia, missionários dos diversos Regionais e do Secretariado Nacional do Cimi. "A presença destes representantes indígenas é o que dá razão e sentido para as discussões, propostas e encaminhamentos que serão realizados", diz o texto de preparação do Seminário. "Buscaremos principalmente escutar os representantes indígenas, estabelecer com eles um diálogo com relação aos diversos temas e construir juntos diagnósticos, análises e propostas de encaminhamentos que sejam úteis para a nossa perspectiva de compromisso concreto da Psicologia e dos psicólogos e psicólogas com os povos indígenas em nosso país." O Seminário pretende iniciar o resgate da divida histórica que as ciências, de maneira geral, e a Psicologia, em particular, possuem com os povos indígenas no Brasil. Ele é fruto da vontade política manifestada por psicólogos brasileiros no IV Congresso Nacional de Psicologia, realizado em 2001, e é organizado pelo Conselho Federal de Psicologia e pelo Cimi. O tema é visto como um desafio para os promotores do Seminário. Estarão reunidos e dialogando indivíduos com identidades étnicas distintas, membros de culturas que diferem da sociedade não índia na forma de organizar sua visão de mundo, mas que estão em relação constante com a chamada sociedade nacional.Item União Latino-Americana de Entidades de Psicologia ULAPSI, 1º Ano de União da Psicologia na América Latina(2003) Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - 6ª Região; Conselho Federal de PsicologiaEste projeto exige que a Psicologia Brasileira se volte para América Latina como compromisso social. 1º Ano de União da Psicologia na América Latina - ULAPSI